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Violência contra idosos

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MS lidera casos de violência contra idosos dentro da família e entre conhecidos

Estudo mostra alta de casos na última década e desigualdade racial entre as vítimas no Estado

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13 de maio de 2025

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CGNEWS

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Mato Grosso do Sul se destaca nacionalmente pela alta taxa de notificações de violência interpessoal contra idosos, ou seja, ocorrências dentro do ambiente familiar, entre amigos ou pessoas próximas. Os dados fazem parte do Atlas da Violência 2025, divulgado na segunda-feira (12) pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em parceria com o FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Logo no início, o estudo relembra a definição da OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre esse tipo de violência: “um ato único ou repetido, ou a falta de uma ação apropriada, que ocorre no âmbito de qualquer relacionamento onde haja uma expectativa de confiança, que cause mal ou aflição a uma pessoa mais velha”.

O documento explica que a violência interpessoal engloba agressões físicas, psicológicas, tortura, violência sexual, negligência, entre outras formas. Em todo o Brasil, em 2023 foram registrados 28.704 notificações.

Analisando a série histórica entre 2013 e 2023, observa-se um crescimento de 142,2% nas notificações no país. No entanto, Mato Grosso do Sul apresentou a maior taxa entre as 27 unidades federativas em 2023, passando de 260,7 casos por 100 mil habitantes, em 2013, para 312,9 no ano passado. Apenas entre 2022 e 2023, a variação foi de 60,5%.

O Estado também figura entre os que têm as maiores taxas de lesões autoprovocadas notificadas entre idosos. Em 2023, foram 25,9 casos por 100 mil habitantes, o que coloca MS na sétima posição no ranking nacional, atrás de Ceará (114,3), Roraima (62,2), Goiás (60,9), Tocantins (30,7), Santa Catarina (30,6) e Distrito Federal (29,6).

Quando os dados são separados por raça, o estudo revela desigualdades raciais nos níveis de vulnerabilidade da população idosa. Em nível nacional, homens idosos negros (19,3) tiveram quase o dobro de internações em comparação a homens não negros (9,1).

Esse reflexo de desigualdade se repete em Mato Grosso do Sul. No Estado, a taxa de internações de homens negros (34,1) é mais que o dobro da registrada entre não negros (15,5). Entre as mulheres, a proporção também é preocupante: 4,1 para negras e 2,1 para não negras.

“Chamamos atenção para o fato de poder haver um viés nos dados, dado que estamos trabalhando com informações da base de internações do Sistema de Informação Hospitalar da rede SUS para medir a prevalência das violências. A questão surge porque o número de internações advém de uma base de registros administrativos que reflete, por um lado, a oferta de serviços de internação hospitalar no território e, por outro, a escolha dos indivíduos de buscarem ou não auxílio na rede SUS”, destaca o estudo.

O Atlas da Violência 2025 conclui que as dificuldades enfrentadas por idosos se agravam quando analisadas sob a perspectiva racial. “Além disto, a nossa referência para a violação de direitos foi o Estatuto da Pessoa Idosa, que considera a população idosa como um bloco homogêneo sem levar em conta as diferenças por raça e gênero”, acrescenta o levantamento.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

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4 de junho de 2026

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal