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MS inova com 1ª rodovia de concreto para atender setor produtivo e melhorar segurança viária

Projeto abrange 48 km de estrada recuperada com um revestimento avançado e inovador.

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30 de maio de 2024

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da Redação /idest

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A MS-377, no trecho que vai do entroncamento da MS-320 até Inocência, será a primeira rodovia estadual de Mato Grosso do Sul a receber pavimento de concreto, conhecido como whitetopping. Este projeto abrange 48 km de estrada recuperada com um revestimento avançado e inovador, já utilizado em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná.

O pavimento de concreto é mais resistente que o tradicional, proporcionando uma superfície mais suave e segura para os usuários. A restauração da MS-377 com essa tecnologia tem como objetivo melhorar a segurança viária, eliminando obstáculos que podem comprometer a estabilidade dos veículos.

Mato Grosso do Sul ainda não possui nenhuma rodovia com pavimento rígido de concreto.

O governador Eduardo Riedel anunciou a implementação dessa nova tecnologia em Mato Grosso do Sul, destacando que ela atenderá à crescente demanda de tráfego de caminhões pesados, especialmente com a instalação da fábrica de celulose da Arauco na Costa Leste.

"“Essa abordagem proativa não apenas reduz o risco de acidentes, mas também minimiza a necessidade de reparos emergenciais, resultando em economia de recursos ao Estado a longo prazo", explica o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Helio Peluffo.

Em agosto de 2023, Helio Peluffo, junto com diretores da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), realizou uma visita técnica à rodovia PRC-280 no Paraná, que havia passado por restauração com pavimento rígido de concreto.

A estrada é um dos principais corredores logísticos do Paraná, ligando o Sudoeste paranaense ao Porto de Paranaguá. O trecho recuperado fica entre as cidades de Palmas (PR) e General Carneiro (PR), no acesso a Santa Catarina.

A restauração da rodovia MS-377 não se limitará ao pavimento, mas também incluirá a renovação de sinalizações, melhorias na drenagem e implementação de dispositivos de segurança apropriados.

“Essas medidas integradas garantem não apenas uma superfície de rolamento revitalizada, mas também uma infraestrutura viária mais resiliente e adaptada às crescentes demandas de tráfego”, detalha Dalvim Romão Cezar Junior, diretor de Projetos e Orçamentos da Agesul.

As vantagens do pavimento de concreto incluem durabilidade média de 20 anos, qualidade da superfície, conforto de rolamento, custo inicial competitivo, baixo custo de manutenção, maior resistência ao tráfego pesado e segurança ao usuário.

A rodovia também possui vantagens ambientais. É resistente ao desgaste, reduz o consumo de combustível para os veículos que transitam nela, têm menor emissão de CO2.

O projeto da nova rodovia está em andamento na Agesul, com a expectativa de licitação até o segundo semestre de 2024. Países como os Estados Unidos e vários na América Latina já utilizam essa tecnologia há algum tempo, comprovando suas inúmeras vantagens e melhor custo-benefício em comparação ao asfalto.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS