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MS comemora o feriado sem registrar mortes por Covid-19 em 48 horas

Dados do Boletim Coronavírus divulgado nesta segunda-feira (11). Os oito casos são referente ao acumulado, nenhum referente ao dia 11/10/21.

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13 de outubro de 2021

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Rodson Lima, SES

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Mato Grosso do Sul atinge mais um marco histórico nas ações de enfrentamento da Covid-19. Há dois dias, respectivamente, segunda-feira (11) e terça-feira (12), não há registro de mortes por Covid-19 nos 79 municípios do Estado até o momento. A redução de óbitos é uma consequência da adesão da população à campanha de vacinação — onde mais de 60% da população geral do Estado está imunizada com as duas doses ou dose única.

Para o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, isto é um momento de muita emoção e comemoração. “Quando nós iniciamos as ações de enfrentamento, lidávamos com um inimigo que sabíamos que era poderoso, mas não desistimos e seguimos todos os protocolos de segurança a fim de mitigar o Coronvírus. Foi preciso tomar medidas duras, necessárias às ações de enfrentamento, com a finalidade de quebrar a cadeia de transmissão do vírus”.

Dados do Boletim Coronavírus divulgado nesta segunda-feira (11). Os oito casos são referente ao acumulado, nenhum referente ao dia 11/10/21.

Resende ainda continua: “A vacinação em massa em nosso Estado e a excelente adesão da população à campanha estadual de imunização contra a Covid nos colocaram em primeiro lugar no país e isto foi de fundamental importância para que atingíssemos este cenário – de estabilidade da doença. No entanto, apesar dos excelentes resultados, a pandemia não passou e é preciso seguir todas as recomendações de biossegurança. Os municípios precisam continuar com a vacinação e fazer a busca ativa daqueles que ainda não tomaram nenhuma vacina contra a Covid-19. É um momento de alegria, mas não podemos esquecer daqueles que foram vencidos pela Covid-19”.

Com 60% da população geral imunizada, o Estado encaminha para alcançar a imunidade coletiva e ser o primeiro a sair desta pandemia no país. Para isso, Mato Grosso do Sul tem avançado na imunização, com 77% da população geral vacinada com pelo menos uma dose e 60,92% com o esquema vacinal totalmente completo.

O Estado registra mais de 95% da população adulta vacinável maior de 18 anos que já receberam a 1ª dose do imunizante e 79,51% que já foram imunizados com a segunda dose. Até o momento foram vacinados 74,99% dos adolescentes vacinados com a primeira dose da Pfizer. Quanto a dose de reforço, o Estado já aplicou 42,32% do público-alvo.

A Secretaria do Estado não descarta a possibilidade de receber informações tardia nos bancos de dados vinda dos municípios, considerando que houve feriado prolongado e o registro de óbito leva 24 horas para registro da ocorrência.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS