quinta, 04 de junho, 2026
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Quando ocorre um atendimento mecânico, emergência médica ou um acidente, diversos profissionais entram em campo para prestar apoio aos motoristas. Com intuito de elevar a segurança de quem trabalha no apoio daqueles que trafegam pelas rodovias administradas pelo Grupo CCR, a companhia lançou o Movimento Afaste-se, baseado no move over law, dos Estados Unidos.
A campanha, que acontece nas concessionárias da CCR em São Paulo (CCR AutoBAn, CCR ViaOeste, CCR SPVias, CCR RodoAnel e Renovias) desde o primeiro semestre deste ano, agora é ampliada para as demais rodovias sob gestão da companhia, como no trecho da BR-163/MS, administrado pela CCR MSVia. Outras concessionárias do Grupo, como a CCR ViaCosteira, CCR ViaSul e CCR ViaLagos também passam a integrar o movimento.
A proposta é que o condutor de veículo, ao perceber uma situação que envolva qualquer tipo de atendimento nas rodovias, principalmente no acostamento, reduza a velocidade do veículo em até 40 km/h a menos que o limite regulamentado para a estrada.
O objetivo da campanha é proteger as equipes que atuam no atendimento nas rodovias, e evitar acidentes como o que aconteceu com o operador de guincho Nélio de Nogueira Lima enquanto prestava apoio a um ônibus em pane no acostamento na Via Dutra, no último dia 15 de novembro. “Após sinalizar o local da ocorrência, entrei na viatura para informar o Centro de Controle Operacional, quando houve a colisão”, disse. Ele teve fraturas na perna e no pé e foi levado de helicóptero para o hospital em Taubaté (SP).
Algo semelhante ocorreu com o operador de guincho da CCR MSVia, Marcelo Rondon, quando ele estava atendendo a uma ocorrência no km 663 da BR-163/MS, no município de Rio Verde de Mato Grosso. “A sinalização estava completamente adequada para a ocasião, em ambos os sentidos da pista. Apesar disso, um usuário perdeu o controle de seu veículo, passou por cima dos cones e invadiu o espaço onde executávamos o destombamento do veículo, colidindo com nosso guincho pesado”, diz.
Segundo Fausto Camilotti, diretor de Operações de CCR Rodovias, o ato de afastar-se dá à polícia, socorristas (Resgate da Concessionária, PRF, Corpo de Bombeiros e Samu, por exemplo) e outros veículos de serviço, espaço adequado para a realização do trabalho nas rodovias, reduzindo o risco dos profissionais que estão atuando em uma ocorrência. “Nosso objetivo é propor ao motorista que esse comportamento também aconteça quando ele observar viaturas em atendimento à frente nas rodovias”, ressalta.
O gerente de atendimento da CCR MSVia, Luiz Fernando De Donno, ressalta que no caso de um acidente grave, envolvendo vários veículos e múltiplas vítimas, podem ser acionadas diversas equipes de atendimento, tanto da concessionária com suas viaturas de inspeção de tráfego, guincho leve e pesado, ambulâncias e caminhão de combate a princípio de incêndio. “Por isso, é extremamente importante que o usuário redobre a atenção, para que sejam evitados outros acidentes”, acrescenta.
Para alertar motoristas, painéis eletrônicos e faixas instaladas nas rodovias, além dos sites das concessionárias e banners implantados nas bases operacionais, oferecem mensagens de orientação sobre a campanha. Folhetos também serão distribuídos pela concessionária.
Lei com origem nos Estados Unidos
O Afaste-se foi implantado inicialmente pela CCR AutoBAn no Sistema Anhanguera-Bandeirantes, no primeiro semestre deste ano, a partir do conceito do Move Over Law, uma lei originada dos Estados Unidos depois de um acidente de trânsito com o paramédico James Garcia, em 1994, na Carolina do Sul. Garcia estava trabalhando na rodovia no momento do acidente. A lei norte-americana exige que todos os condutores devem reduzir a velocidade e mudar imediatamente de faixa quando o motorista ver parado no acostamento ou no meio-fio, viaturas que estejam prestando serviços e que tenham as luzes de emergência acesas. O desrespeito a essa lei é passível de multa nos Estados Unidos.
Atualmente, o movimento está sendo aplicado nas concessionárias CCR AutoBAn, CCR ViaOeste, CCR SPVias, CCR RodoAnel e Renovias e, passa a vigorar, a partir de dezembro, nos trechos administrados pela CCR RioSP, CCR ViaLagos, CCR MSVia, CCR ViaCosteira, CCR ViaSul, contemplando vias administras pela CCR Rodovias em cinco estados do país.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS