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Geral
Centro de Sismologia da USP confirmou abalo de magnitude 4 na escala Hitcher, com epicentro no município de Iguape; cidades como Sorocaba e Miracatu e a Baixada Santista também sentiram fenômeno
16 de junho de 2023
Júlia Cople - O Globo
Moradores do interior e do litoral de São Paulo relataram ter sentido a terra tremer, na manhã desta sexta-feira, em várias cidades. A Defesa Civil do estado confirmou que, por volta das 8h22, um abalo sísmico foi sentido na região do Vale do Ribeira. Segundo o Centro de Sismologia da USP, o tremor foi de magnitude 4 na escala Hitcher, com epicentro no município de Iguape, mas pode ser sentido num raio de até 100km.
Além de Iguape, moradores de várias cidades, como Sorocaba, Miracatu, Itanhaém, Peruíbe e Registro, relataram ter percebido o tremor, que também foi percebido em cidades do litoral, na Baixada Santista.
Segundo a Defesa Civil, abalos de magnitude entre 3,5 e 5,4 podem ser percebidos, mas não costumam gerar danos estruturais. Até o momento, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil não receberam nenhum chamado para ocorrência com vítimas ou danos estruturais.
— Não houve nenhuma chamada de situação mais grave, foi muito rápido. Foi mais o susto mesmo. Até a nossa base aqui tremeu, fez um barulho como se tivesse passando uma carreta. Mas não causou dano nenhum — afirmou ao GLOBO o Cabo Reinaldo, que estava na base da PM do município de Miracatu no momento do abalo.
No entanto, o tremor assustou moradores das regiões afetadas. A artista plástica Isa Ceccon chegou a deixar o prédio onde mora, em Miracatu.
"Terremoto de 4,9 no Vale do Ribeira. Foi esquisito demais acordar com o tremor. Foram dois picos, achei que tivesse explodido alguma coisa e sai do prédio", contou ela, no Twitter.
O internauta Yuri Pimentel disse que estava dando aula quando tudo aconteceu.
"Gente, eu estava dando aula e eu senti um tremor na janela e na lousa. Pensei que estava ficando louco, fui no Facebook e vi uma mulher falando que sentiu um terremoto em cajati e descobri que realmente aconteceu um terremoto em Miracatu", relatou ele.
Rodrigo Anjos afirmou no Twitter que estava em casa, na cidade de Jandira, quando percebeu o abalo. Já internauta Mel contou aos seguidores que estava se arrumando para ir trabalhar quando viu tudo balançar.
"Do nada um terremoto aqui na região. Eu me arrumando pra trabalhar e começa a tremer a casa inteira. Fui falar com o Henrique para ver se eu estava ficando louca, MAS NÃO? Foi muito bizarro, eu em pé em frente à janela sentindo minha casa inteira tremer e ouvindo um barulhão. Fiquei em choque!!!!", disse ela, segundo quem o marido chegou a achar que era resultado no trovão.
Já a jornalista Renata Ruel pulou da cama quando percebeu o abalo.
"Pulei da cama porque senti a cama tremendo 2 vezes. Nunca tinha vivido, sentido isso. Perguntei para a minha mãe se ela sentiu algo, me disse que não. Isso faz uns 30 minutos. Agora pelo que estou lendo realmente parece teve um tremor em São Paulo", ressaltou ela, no Twitter.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS