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Miranda inicia distribuição de cobertores doados pelo Governo do Estado

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1 de julho de 2021

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Comunicação Governo MS

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A prefeitura de Miranda iniciou nesta terça-feira (29) a distribuição de cobertores às famílias em condições de vulnerabilidade, doados pelo Governo do Estado, totalizando mais de mil unidades. A primeira entrega ocorreu na Escola Municipal 15 de Outubro abrangendo o bairro Beira-Rio, um dos mais carentes da cidade, e na sequencia serão beneficiados os moradores dos bairros Nova Miranda, Jardim Carandá, Morada do Pantanal e Maria do Rosário.

Desempregada, a dona de casa Marilucia dos Santos, 41, mãe de oito filhos, foi beneficiada e agradeceu ao governador Reinaldo Azambuja e ao prefeito Fábio Santos Florença pela ajuda que veio em boa hora, com a chegada do frio, intenso na região. “Vai nos aquecer, com certeza, passamos muito frio nesses dias”, diz ela, chefe da família. “Sem esse apoio a gente iria sofrer bastante, sou diarista e o dinheiro só dá para comprar comida”, conta.

A distribuição dos cobertores foi feita pela primeira-dama do município, Carmen Florença, secretário de Assistência Social e Trabalho, Mário Moraes, e pelo coordenador regional da Casa Civil do Estado, Gérson Prata. “Essa parceria do Governo do Estado é muito importante num momento crucial como esse, onde a questão do emprego impacta grande parte da população, sendo a região ribeirinha uma das mais afetadas”, disse o secretário Mário Moraes.

A primeira-dama Carmen Florença explicou que este ano a distribuição dos cobertores está sendo feita de maneira mais ágil: a pessoa se inscreve e já recebe o benefício, evitando aglomerações. A distribuição na Escola 15 de Outubro foi rápida e uma das beneficiadas foi Romilda Arguelho, 38. “É uma grande benção, o frio nos pegou desprevenidos e essa ajuda do governo veio em boa hora. O governador (Reinaldo Azambuja) é muito generoso”, comentou.

Primeira-dama do município, Carmen Florença, participou da entrega dos cobertores aos moradores da região da beira do Rio Miranda

Aqueça uma vida

A ação em Miranda é resultado da Campanha “Aqueça uma Vida”, conduzida pela secretaria estadual de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), entre 6 de maio e termina dia 18 de junho, e da aquisição pelo Estado, com recursos (R$ 2,67 milhões) do Fundo de Investimento Social (FIS), totalizando 80 mil mantas que estão sendo entregues aos 79 municípios. Nos últimos seis anos, mais de 400 mil unidades foram distribuídas aos carentes.

Os novos cobertores são do tipo casal, material de manta em microfibra, 100% poliéster. O Estado também arrecada agasalhos e cobertores, todos os anos, entre os servidores, e distribui para quem mais precisa. A madrinha da campanha é a primeira-dama Fátima Azambuja, que percebeu um aumento nas doações este ano. "A pandemia ampliou o sentimento de solidariedade”, disse, agradecendo a participação dos servidores estaduais.

A Sedhast informou que a distribuição entre os municípios segue os seguintes critérios: é proporcional ao número de famílias em situação de vulnerabilidade social, de extrema pobreza, de acordo com Cadastro Único (CadÚnico); distribuição por porte do município; e presença de população indígena no território conforme dados do IBGE 2010 e o Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul, considerando também o porte municipal.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS