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Ministério da Justiça anuncia mobilização nacional para localizar desaparecidos pelo DNA

Mato Grosso do Sul vai integrar uma campanha nacional de identificação de pessoas desaparecidas por meio da coleta de DNA de familiares dos desaparecidos

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27 de agosto de 2024

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Glenda Melo/Diário do Estado

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Imagine você ter um ente querido desaparecido, sem saber se ele (a) está bem, se se alimentou, se está protegido do frio e da chuva, se está machucado.

Agora imagine isso por dias, meses, anos. É essa a realidade de muitas famílias do Brasil e em Mato Grosso do Sul essa realidade também não é diferente.

Atualmente, 776 pessoas estão desaparecidas no estado, incluindo 28 crianças e 194 adolescentes, segundo dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

Mato Grosso do Sul vai integrar uma campanha nacional de identificação de pessoas desaparecidas por meio da coleta de DNA de familiares dos desaparecidos

O Ministério da Justiça anunciou hoje (27) uma mobilização nacional para localizar desaparecidos. Em todo o Brasil, serão coletadas amostras de DNA de parentes dessas pessoas. Mais de 200 pontos de coleta ficarão espalhados pelo país até sexta (30). 

Basta um boletim de ocorrência para fazer o exame. Segundo o ministério, quase 79 mil pessoas desapareceram no país, só em 2023. Foram encontradas 64% delas.

O objetivo da campanha é cruzar as amostras coletadas dos familiares com dados genéticos de pessoas encontradas vivas ou falecidas, e que estão com identidade desconhecida nos bancos.

Os perfis serão inseridos no banco estadual, que está integrado ao nacional. A busca é automática e incessante. Podem doar pais, filhos ou irmãos biológicos do desaparecido. É preciso levar documento de identificação com foto.

A coleta será realizada em 15 cidades sul-mato-grossenses. Para participar, os familiares devem ter grau de parentesco de 1º grau com a pessoa desaparecida e fornecer material genético, sendo ideal que dois parentes ofereçam amostras.

Os interessados devem comparecer aos pontos de coleta com documentos de identificação e informações do Boletim de Ocorrência (B.O) registrado na época do desaparecimento. 

É recomendado levar cópia do B.O e objetos que possam conter material genético da pessoa desaparecida, como escovas de dentes ou cordões umbilicais.

Em Coxim caso alguém possua algum parente desaparecido é só entrar em contato com o Instituto de Análises Laboratoriais Forenses que fica em Campo Grande pelo telefone (67) 3345-6738 para buscar mais informações.

Torcemos para aqueles que estão na busca pelos seus entes queridos desaparecidos tenham sucesso e os localizem.
                                                                                       
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS