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Geral
As mulheres são a maioria da população, 51,1% segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), assim como a maioria dos eleitores, com 52% dos votantes, segundo a Justiça Eleitoral.
7 de março de 2023
Fernanda Kintschner/Alems
Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), duas parlamentares compõem a 12ª Legislatura. Uma delas é Mara Caseiro (PSDB), 3ª vice-presidente e presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). “A gente tem muito a avançar, mas muitas conquistas nós já tivemos. Somos aguerridas, corajosas e guerreiras e não nos curvamos à frente dos desafios, porque temos muitos pela frente. Então eu convido, convoco, para continuarmos lutando e acreditando nos potenciais de cada uma para buscar os espaços na sociedade. Queremos apenas ter nossos espaços garantidos e nossos direitos preservados. E vamos continuar nessa luta”, convidou a deputada.
Lia Nogueira, também eleita pelo PSDB, falou à TV Assembleia sobre o mês dedicado às mulheres. “Esse é um momento de reflexão, pois já avançamos muito e ainda precisamos garantir nosso espaço em todos os segmentos de poder, principalmente. É um mês que precisamos falar muito ainda, da violência contra as mulheres, com índices vergonhosos. Casos que aumentam todos os anos. Que este mês que sirva de reflexão para que possamos criar projetos e políticas públicas que garantam os nossos direitos. Momento de lutas e também de conquistas”, ressaltou.
Os deputados e deputadas estaduais por Mato Grosso do Sul formularam mais de 50 leis estaduais para resguardar os direitos das mulheres. Você pode conferir todas na página especial ALEMS e ELAS, em que você também encontra quem foram as outras mulheres que passaram pelo Parlamento e diversos materiais para o empoderamento feminino.
Outros projetos ainda estão em tramitação para se tornarem leis. Um deles foi destacado pelo deputado Marcio Fernandes (MDB). “Recentemente apresentamos um projeto de lei que garante o acompanhamento nos exames clínicos, onde a mulher é sedada, para garantir o direito a esse acompanhante nos exames, entre outras ações e projetos apresentados para defender a mulher sul-mato-grossense”, ressaltou o deputado que parabenizou-as pelo dia. Saiba detalhes deste e outros projetos pelo Sistema Legislativo.
Pedrossian Neto (PSD), Rafael Tavares (PRTB) e Lucas de Lima (PDT) também reforçaram que a ALEMS está empenhada na valorização da mulher. “Essa é uma data simbólica, que representa a luta para o empoderamento feminino e o fortalecimento do papel da mulher para a sociedade, para o mundo. Queremos atuar muito nas políticas públicas para fortalecer esse papel”, disse Pedrossian.
“Quero parabenizar todas as mulheres pelo o Dia 8 de Março e dizer que a Assembleia está aqui para representá-las e defendê-las de todas as formas que houver necessidade”, disse Tavares. “Estamos aqui para defender as mulheres, não só as deputadas, mas também os homens deputados, assim como eu, atuantes em todas as causas pertinentes às mulheres. Porque o lugar da mulher é onde é quiser”, considerou Lucas de Lima. Dentre as atuações da ALEMS você pode conferir o trabalho da Frente Parlamentar em Defesa da Mulher e da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e Combate a Violência Doméstica e Familiar.
Com Mato Grosso do Sul no 1º lugar do ranking de maior índice de feminicídio do Brasil, os deputados Zeca do PT, Professor Rinaldo Modesto (Podemos) e Pedro Kemp (PT), falaram da importância do Dia da Mulher para debater sobre o que é preciso mudar. “É um dia de reflexão sobre a violência que acomete muitas mulheres, situações de feminicídio e violência. É preciso o enfrentamento de toda a sociedade, para que de fato possamos, futuramente, comemorar o respeito aos direitos e garantias legais aqui e em todo o Brasil”, considerou Kemp. “As mulheres merecem respeito, ser protegidas e ocupar seu lugar de destaque. Quero parabenizar todas e pedir a Deus que nosso estado não veja mais nenhum feminicídio”, rogou Rinaldo.
“Esse dia tem dois significados importantes e profundos: de um lado porque permite a reflexão histórica sobre o papel das mulheres ao longo desse processo de valorização e independência. Em segundo, é um espaço para se refletir sobre a atualidade. A violência, o feminicídio, a barbárie cometida contra as mulheres, que exijam cada vez mais políticas públicas no sentido de aumentar a autoestima, o orgulho e a importância das mulheres na sociedade em que vivemos”, resumiu Zeca do PT.
A dedicação das mulheres ao lar e à sociedade foi relembrada pelas falas dos deputados Renato Câmara (MDB) e Roberto Hashioka (União). “Quando eu penso em mulher, a gente lembra muito na esposa, mãe dos filhos, penso também na mãe e na minha avó. O que elas representam na sociedade, com esse sentimento mais aflorado de querer que as coisas deem certo. Essa postura, esse sentimento e capacidade de liderar tem ajudado a nossa sociedade a evoluir muito”, destacou Câmara. “Quero registrar meus cumprimentos e agradecimentos, além de reconhecer o valor tão significativo que a mulher tem para a sociedade, de uma maneira geral. Justa homenagem àquelas que tanto contribuem para nossa vida. Deus abençoe a todas”, finalizou Hashioka.
Todos os depoimentos podem ser vistos pelo YouTube Oficial da Casa de Leis clicando aqui. Esses e outros materiais alusivos ao mês da mulher poderão ser acompanhados ao longo da programação especial da TV Assembleia, Rádio ALEMS e Site Oficial.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS