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Média móvel de novos casos de Covid fica abaixo de 300 pela primeira vez no ano

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30 de agosto de 2021

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Mireli Obando, Subcom

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Com 64 novos casos de Covid-19 confirmados nesta segunda-feira (30), Mato Grosso do Sul contabiliza 368.309 infectados desde o início da pandemia. Pela primeira vez no ano o boletim epidemiológico mostra média móvel de novos casos abaixo de 300. 

O indicador aponta que na última semana foram confirmados 281 novos casos por dia em Mato Grosso do Sul. Vale lembrar que o recorde histórico, alcançado no dia 8 de junho, foi de 2.003 casos registrados em um único dia.  A taxa de contágio dos últimos 14 dias vem se mantendo entre 0.88 e 0.86. Neste início de semana esse indicador ficou em 0.87.

Nas últimas 24 horas a Secretaria de Estado de Saúde confirmou mais 8 óbitos pela doença no Estado, sendo 5 de Campo Grande, 2 de Três Lagoas e 1 de Água Clara. A média móvel de óbitos está em 12,6. Com a atualização, o total de mortes desde o início da pandemia no Estado chega a 9.364. 

De 2.524 casos ativos atualmente no Estado, 266 são pacientes internados em leitos clínicos (113) e de UTI (153). Conforme o gráfico da evolução de pacientes internados, houve um pequeno aumento de pacientes internados nos últimos dois dias. 

A mesma tendência de leve aumento é percebida na taxa de ocupação leitos SUS/UTI da macrorregião de Dourados que está em 49%. As macrorregiões de Dourados e de Corumbá mantiveram estabilidade com 56% e 33%, respectivamente. Três Lagoas apresenta tendência de queda com 48%. 

Além dos casos ativos, existem 21 amostras em análise no Laboratório Central (Lacen) e outros 1.837 casos sem encerramento pelos municípios. 

A vacinação segue avançando no Estado, e até a manhã desta segunda-feira, 73,17% da população total de Mato Grosso do Sul já havia recebido uma dose da vacina, e 43,84% já haviam concluído o ciclo vacinal com as duas doses ou dose única. 

No último sábado (28) a Secretaria de Estado de Saúde (SES) encerrou a semana epidemiológica n° 34 que registrou 2.388 novos casos, 89 óbitos e taxa de contágio de 0.87. No comparativo com a semana anterior, foram 458 casos a menos, porém, um óbito a mais. Ainda assim, no comparativo com as quatro últimas semanas, a tendência é de queda à estabilidade.

“Tudo isso é muito positivo, mas nós ainda não temos a variante Delta confirmada no nosso Estado. Mas ao redor tem vários estados que estão com a variante Delta. O que nós observamos é que em menos de uma semana, houve um salto nos casos de superlotação de hospitais. E com isso, logicamente a situação da saúde se agravou”, alertou a secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone. 

Confira aqui o detalhamento do boletim epidemiológico desta segunda-feira, 30 de agosto de 2021. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS