quinta, 04 de junho, 2026
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Ao mesmo tempo que Mato Grosso do Sul atingiu a marca de 3 milhões de doses de vacina aplicadas, os dados do boletim epidemiológico desta sexta-feira (27) seguem em tendência de desaceleração nos principais indicadores da doença: novos casos, internações e taxa de contágio seguem em queda. Os dados referente aos óbitos vem mantendo estabilidade.
Foram 285 novos casos registrados nesta sexta, sendo a maioria deles em Campo Grande com 144 confirmações. Paranaíba (+13), Três Lagoas (+13), Chapadão do Sul (+11), Dourados (+11) e Anastácio (+10) estão na sequência de cidades com mais casos registrados. A média móvel está em 371, sendo o menor patamar dos últimos 21 dias. A taxa de contágio voltou ao patamar de 0.87 nesta sexta-feira, mantendo tendência de estabilidade.
Nas últimas 24 horas a Secretaria de Estado de Saúde (SES) registrou 12 novas mortes pela doença de pessoas que residiam em quatro municípios de Mato Grosso do Sul: Campo Grande (+7), Aquidauana (+2), Corumbá (+2) e Dois Irmãos do Buriti (+1). A média móvel se mantém estável com 14 óbitos registrados diariamente na última semana.
As internações também estão mantendo tendência de queda. Desde quarta-feira (25) o número de pacientes internados pela Covid no Estado está abaixo de 300, sendo 266 nesta sexta-feira, sendo 109 em leitos clínicos e 157 em leitos de UTI.
A taxa de ocupação global de leitos SUS/UTI está abaixo de 60% nas quatro macrorregiões de Mato Grosso do Sul. Campo Grande está com 59%, Dourados 46%, Três Lagoas 50%, e Corumbá 26%. Apenas Corumbá não possui nenhum paciente confirmado ou suspeito de Covid em leito SUS/UTI.
O único indicador em elevação é o da vacina que já atinge 72,66% da população geral de Mato Grosso do Sul vacinada com a primeira dose. Levando em conta a população com o ciclo vacinal completo o índice é de 42,80%.
O secretário de saúde, Geraldo Resende comemorou o fato de Mato Grosso do Sul ter ultrapassado a marca de 3 milhões de doses aplicadas. “É importante que a gente possa comemorar esse dado, dos quais 1 milhão são na nossa capital. Somos o primeiro Estado a imunizar adolescentes com e sem comorbidades. E agora o primeiro a iniciar o processo de imunização em idosos e pessoas imunossuprimidas”.

A afirmação foi durante live de apresentação dos dados Covid, onde o titular da SES aproveitou para convocar os gestores municipais para um mutirão pela vida ao longo do final de semana.
“Solicito a todos os secretários de saúde e equipes municipais que estejamos de fato realizando hoje, amanhã e domingo o mutirão da vacina. Recebemos um quantitativo expressivo de vacinas durante essa semana, e o mais importante é que as vacinas que chegaram ontem terão novo endereço e seremos o primeiro Estado a vacinar com a terceira dose”, destacou.
Confira aqui o detalhamento do boletim epidemiológico desta sexta-feira, 27 de agosto de 2021.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS