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Mato Grosso do Sul é o Estado que mais investe em bolsas de doutorado

Na contramão do que tem veiculado no noticiário nacional, Mato Grosso do Sul vem se destacando nacionalmente pelos investimentos em ciência e tecnologia.

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3 de novembro de 2021

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Mireli Obando, Subcom

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Na contramão do que tem veiculado no noticiário nacional, Mato Grosso do Sul vem se destacando nacionalmente pelos investimentos em ciência e tecnologia.

Dados do  Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) mostram que o Estado é o que mais investe em bolsas de doutorado com recursos estaduais por meio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia (Fundect).

MS ocupa o primeiro lugar na concessão de doutorado, cobrindo quase 80% das necessidades de bolsas do Estado. Fonte: Odir Delagostin

No cenário que considera os incentivos em bolsas de mestrado e doutorado, Mato Grosso do Sul é o segundo maior investidor do País. 

Na avaliação do diretor-presidente da Fundect, Prof. Márcio de Araújo Pereira, esta posição é fruto do investimento em editais de mestrado nos últimos cinco anos. 

“Especialmente pela parceria estratégica com o Ministério da Educação, por meio da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) onde foram investidos R$ 7,4 milhões em bolsas de pesquisa científica para 59 cursos de pós-graduação de 5 universidades de Mato Grosso do Sul: UFMS, UEMS, UFGD, UCDB e Uniderp”.

Concessão de bolsas de mestrado e doutorado proporcionalmente em relação aos programas de pós-graduação. Fonte: Odir Delagostin

Bolsistas

Entre os bolsistas de mestrado está Mahara Baggio Arcie, de 24 anos, nascida em Curitiba e moradora de Mato Grosso do Sul há 7 anos. Formada em geografia, a jovem iniciou o mestrado no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Desenvolvimento Regional e de Sistemas Produtivos na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul em meio a pandemia. Segundo ela, as aulas a distância não interferem no processo de aprendizagem, e a bolsa de estudo é fundamental. 

"No meu ponto de vista, a bolsa de estudos é imprescindível, levando em consideração que por meio da mesma, tenho a oportunidade de me dedicar em tempo integral ao mestrado, com excelentes professores e em uma ótima universidade". 

Tatiana Cantarella Sarmento, de 33 anos é natural de Amambai e mudou-se para a Capital quando os pais bancários vieram transferidos. Formou-se em nutrição pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) onde atualmente faz doutorado em biotecnologia. 

"A bolsa nos dá a oportunidade de estar investindo em uma pesquisa que vai fazer diferença na prática clinica. Trabalho com nutrição esportiva e minha pesquisa vai avaliar uma estratégia nutricional a base de plantas em ratos corredores. Então, o achado dessa pesquisa vai me permitir uma estratégia nutricional que eu possa usar com meus pacientes, ou seja, posso apoiar meus colegas de trabalho com esse serviço essa conduta, essa estratégia", destaca. 

Dados de outubro de 2021, mostram que a Fundect atende 418 bolsistas, sendo 75 de mestrado, 52 de doutorado e 7 de pós doutorado, além de outras modalidades. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS