quinta, 04 de junho, 2026
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A frente fria que já se estabelece na Região Centro-Oeste do País deve provocar chuvas intensas na primeira quinzena de março, podendo levar alguns rios a transbordar e causar alagamentos. A previsão é do CEMTEC/MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul), órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).
Entre os dias 26 e 5 de março a previsão é que a chuva acumulada chegue a 70 milímetros em grande parte do Estado, sendo que na região Nordeste (Bolsão) o índice pode chegar a 100 milímetros. Na semana seguinte (6 a 13/03) as chuvas continuam fortes nas regiões Norte e Nordeste, enquanto nas demais áreas o acumulado esperado é de até 5 milímetros.
O problema é que o rio Taquari, que passa pela cidade de Coxim, corta a região Norte-Nordeste e já estava com volume de água no limite máximo nessa semana. A Sala de Situação do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), órgão ambiental do Estado vinculado à Semagro, emitiu alerta sobre a iminência do rio transbordar desde a quarta-feira. No início da noite da última quarta-feira (26) o rio apresentava volume de água de 4,87 metros (com 5 metros já ocorreria o transbordamento), mas na manhã desta quinta-feira começou a baixar, marcando 4,73 metros.
Caso as chuvas continuem na cabeceira do Taquari (região Nordeste) nos próximos dias, o volume de água pode voltar a subir e ocorrer o transbordamento. A equipe do Imasul está em alerta monitorando o comportamento das águas do Taquari e demais rios do Estado. No Miranda (região do Pantanal) chegou a haver transbordamento em trechos do rio na zona rural no início da semana, mas conforme o boletim da Sala de Situação o volume de água baixou 9 centímetros nos últimos três dias e o rio saiu do alerta.
Veja abaixo a previsão do CEMTEC/MS para os próximos 15 dias.
Tendência de precipitação estimada entre os dias a 26 de fevereiro a 13 de março de 2020 com informações do NCEP/NOAA
Primeiro período: 26 de fevereiro a 05 de março de 2020 – Período chuvoso nas regiões central, norte e leste do Estado em que os acumulados estão estimados entre 50 a 70 milímetros em grande parte das regiões. Na região extremo nordeste, o modelo numérico estima chuvas com volumes significativos no período em até 100 milímetros. Nas demais áreas, as chuvas poderão ocorrer, porém em menor quantidade com estimativa entra 20 a 30 milímetros acumulados no período.
Segundo período: 05 a 13 de março de 2020 – Neste período, há possibilidade de ligeira diminuição de chuva em Mato Grosso do Sul e elas poderão ocorrer de forma mais irregulares em todas as áreas. Os acumulados poderão ser mais significativos nos extremos norte e nordeste do Estado, onde são esperados até 60 milímetros no período. As demais áreas, pouca chuva é estimada e espera-se mais períodos de sol com acumulados de até 5 milímetros no período.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS