quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Geral

A+ A-

Mais da metade da população de MS tem excesso de peso e 36% é obesa

Mato Grosso do Sul tem 69,3% da população com excesso de peso e 36,6% com obesidade, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.

Icone Calendário

13 de outubro de 2021

Icone Autor

Correio do Estado MS - Glaucea Vaccari

Continue Lendo...

Mato Grosso do Sul tem 69,3% da população com excesso de peso e 36,6% com obesidade, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.

A população do Estado é de 2.839.188 habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020.

Dessa forma, aproximadamente 1,9 milhão de pessoas estão acima do peso, enquanto pouco mais de 1 milhão tem obesidade no Estado.

Ou seja, a cada 10 pessoas, sete está com excesso de peso e três estão com algum grau de obesidade no Estado.

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, disse que o aumento da obesidade tem causado um dos maiores problemas de saúde pública no Sistema Único de Saúde (SUS).  

“A elevada prevalência de obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e também está associada à perda de qualidade de vida em razão da má alimentação e desnutrição”.

Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (SES), o problema tem atingido crianças e adolescentes em Mato Grosso do Sul.

O nutricionista Anderson Holsbach, da Gerência Estadual de Alimentação e Nutrição (GEAN) da SES, afirma que a obesidade infantil, assim como a adulta, pode ser consequência de uma má alimentação.

“Em 2020, das crianças acompanhadas na Atenção Primária à Saúde (APS) do SUS, em Mato Grosso do Sul, 15,9% dos menores de 5 anos e 31,8% das crianças entre 5 e 9 anos tinham excesso de peso, e dessas, 7,4% e 15,8%, respectivamente, apresentavam obesidade segundo Índice de Massa Corporal (IMC) para idade", disse.

"Quanto aos adolescentes acompanhados na APS em 2020, 31,9% e 12,0% apresentavam excesso de peso e obesidade, respectivamente 7", acrescentou.

Mortes prematuras por doenças crônicas não transmissíveis correspondem a 74% dos óbitos do País.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o custo financeiro da obesidade com hospitalizações e gastos ambulatoriais, em 2011, foi estimado em R$ 488 milhões. Em 2018, esse mesmo custo aumentou 37%, totalizando R$ 669 milhões.

Considerando, além da obesidade, os custos com hospitalizações, procedimentos ambulatoriais e medicamentos atribuíveis também à hipertensão arterial e diabetes, que são doenças comuns em obesos, o custo total foi de R$ 3,45 bilhões no Brasil em 2018.

Alimentação é fator chave

O nutricionista Anderson Holsbach explica que a má alimentação impacta diretamente nos problemas relacionados a saúde. 

“Fatores de risco relacionados à má alimentação podem reduzir até três anos a expectativa de vida de uma pessoa, e ampliar as chances se estiver relacionado ao fumo, álcool, poluição e no uso de drogas. Assim, a melhoria nas condições de alimentação saudável pode prevenir uma em cada cinco mortes registradas no país”, disse.

Dicas para alimentação saudável

-Faça uso de alimentos in natura (arroz, feijão, carne, legumes, verduras e frutas) ou minimamente processados;

-Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias;

-Limite o consumo de alimentos processados (alimentos em salmoura, frutas preservadas em açúcar, carnes salgadas ou defumadas, queijos e pães);

-Evite o consumo de alimentos ultraprocessados (Bebidas açucaradas, como sucos de caixa e refrigerantes; Salgadinhos; Carnes processadas, como salsicha, bacon e hambúrgueres; Chocolate; Sopas instantâneas; Barras de cereal ou cereal matinal);

-Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia;

-Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados;

-Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias;

-Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece;

-Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora.

Geral

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

4 de junho de 2026

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

 

Continue Lendo...

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

Geral

Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

4 de junho de 2026

Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

 

Continue Lendo...

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal