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Mais 24 horas de bloqueios podem causar falta de combustíveis em MS, avisa Sinpetro

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9 de setembro de 2021

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Midiamax

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O Sinpetro-MS (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência de Mato Grosso do Sul) afirmou que há risco de racionamento de combustível nos postos do Estado, caso os bloqueios dos caminhoneiros persistam por mais 24 horas.

A avaliação é feita pelo diretor técnico da entidade, Edson Lazarotto, que monitora a situação. “Se persistir [a manifestação] até amanhã, pode ocasionar restrição de combustíveis, mas não falta igual houve em 2018”, declarou ao Jornal Midiamax.

Conforme Lazarotto, esse racionamento iria afetar, inicialmente, os postos de combustíveis. “Seria uma redução de pedidos, por exemplo, o posto pede 10 [caminhões-tanque] e a distribuidora manda apenas 5, para ninguém ficar sem”, explica.

Então, o diretor do Sinpetro afirmou que não é necessário se preocupar com falta de combustíveis. “As distribuidoras ainda estão com armazenamento normal de combustíveis. Não há necessidade de encher o tanque, está fora de cogitação [acabar combustível nos postos]”, pontuou.

No entanto, responsáveis por postos de combustível relatam aumento na demanda desde ontem, quando foram anunciados os bloqueios nas estradas de MS. Frotas empresariais, principalmente, já estão enchendo os tanques e fazendo estoques.

Bloqueios em MS

Manifestação de caminhoneiros que apoiam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ganha corpo e já tem bloqueios em 4 pontos de rodovias em Mato Grosso do Sul na manhã desta quinta-feira (9). Os motoristas também se posicionam contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Os 4 pontos interditados pelos caminhoneiros em MS são:

  • MS-306 – Cassilândia – rodovia bloqueada entre Cassilândia e Paranaíba
  • BR-158 – Paranaíba – km 91: 100 manifestantes bloqueiam ponto — sem previsão de liberação
  • BR-163 – Eldorado, km 38 – interdição parcial, com liberação de pista a cada 30 minutos
  • BR-163 – Naviraí, km 117 – interdição total
  • A Justiça Federal concedeu decisão liminar determinando o desbloqueio imediato na BR-163 em Mato Grosso do Sul.

    Conforme a PRF, a instituição já está de posse da liminar, que determina multa de R$ 10 mil por dia, caso a BR-163 continue interditada. A multa pode ser aplicada ao CNPJ ou CPF dos organizadores.

    “Estamos solicitando, também, à Justiça Federal, liminar semelhante para as demais rodovias federais do Estado”, informou a assessoria de imprensa da PRF.

    Além de MS, pelo menos outros 10 estados registram pontos de bloqueios de caminhoneiros bolsonaristas: SP, RJ, BA, GO, MA, MG, PA, RS, SC e TO. Em vários pontos, os manifestantes liberam a passagem de carros pequenos e veículos de emergência.

    Apesar do apoio ao presidente, os caminhoneiros continuam com os protestos mesmo após Bolsonaro gravar um áudio pedindo para que os manifestantes encerrem o movimento, pois “atrapalha a economia” e “prejudica todo mundo, em especial, os mais pobres”.

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    Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

    Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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    3 de junho de 2026

    Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

     

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    Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

    O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

    Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

    Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

    Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

    “Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

    O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

    O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

    Qualidade de vida

    Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

    Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

    Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

    Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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    Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

    Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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    3 de junho de 2026

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    Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

    Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

    Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

    A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

    De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

    A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

    O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

    A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

    G1 MS