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MAIO LARANJA

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Maio Laranja alerta sobre o abuso sexual de crianças e adolescentes

Maio laranja é uma campanha que acontece no mês de maio para conscientizar e combater o abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

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13 de maio de 2022

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Glenda Melo, Diário do Estado

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Maio laranja é uma campanha que acontece no mês de maio para conscientizar e combater o abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Infelizmente em 18 de maio na década de 70, uma menina de 8 anos foi raptada, drogada, estuprada, em seguida morta e carbonizada, seus restos mortais foram encontrados no fundo de um hospital no Estado do Espírito Santo. 
Os suspeitos do caso eram amigos da família e são membros de tradicionais e influentes famílias do Espírito Santo. Araceli havia saído da escola quando foi levada por conhecidos, ela então foi drogada e abusada. Os acusados foram absolvidos por falta de provas, e por isso o dia 18 de maio foi instituído como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a partir de 2000. 
Nossa reportagem foi recebida pela Dra Mayara Duarte que é psicóloga e que nos repassou informações importantes da maneira correta de ajudar possíveis vítimas e evitar novos casos de assédio em nossas crianças e adolescentes.
 O que fazer para contribuir para que mais casos não aconteçam? Segundo Mayara, O principal movimento para que esse tipo de situação não aconteça é orientar nossas crianças e adolescentes, encorajá-las a denunciar, ensinar sobre educação sexual, sobre as partes do nosso corpo que outras pessoas não podem tocar, fotografar ou exibir. Claro que de acordo com cada fase de desenvolvimento que cada criança se encontra. Crianças em fase de desenvolvimento, não tem discernimento para entender que aquele ato possa ser errado ou um abuso em si. 
Diversas vezes, os agressores e abusadores são de confiança da família e fazem parte do ciclo em que a criança convive. Então essa criança está acostumada e familiarizada com aquele adulto, e que muitas das vezes por vergonha ou não reconhecer que aquilo é um abuso e acaba se calando. Além de que crianças e adolescentes são coagidos, ameaçados, recebem agrados pelos atos, tudo isso faz com que eles sintam receio de contar para alguém ou pedir ajuda. 
Quais são as consequências psicológicas em crianças abusadas? As consequências são incomensuráveis afirma Mayara existem inúmeras situações, temos que levar em consideração o ambiente histórico que a criança vive, a idade entre outros aspectos, mas é indiscutível que o ato da violência, seja ela qual for, é levada para a vida adulta. Somos o que construímos, e a infância traumatizada por algum tipo de violência nos faz adultos que somos hoje. Dentre as consequências na vida adulta, temos o medo generalizado, agressividade, culpa e vergonha, isolamento, ansiedade, depressão, baixa autoestima, rejeição ao próprio corpo entre outros. Terapias e atendimentos psiquiátricos são significativos por toda vida.
Os tratamentos psicológicos para as crianças que sofreram abusos sexuais são essenciais, pois elas terão a oportunidade de passar por terapias, onde estas ajudarão no desenvolvimento emocional e psicológico, desta forma, podendo ter uma adolescência mais saudável, e chegando a sua vida adulta com menor índice de cometer atos como: Exclusão social, medo, baixa confiança, dificuldades de relacionamentos sexuais e amorosos.
 Onde denunciar? Saber reconhecer os sinais que a criança vem apresentando é importante. Criar um elo de confiança com a criança faz com que ela se sinta confortável e protegida para denunciar um abuso. Crianças que por algum motivo não querem ir com um familiar específico no final da escola, crianças ou adolescentes que se incomodam na presença de algum adulto, ou até mesmo em desenhos que expressam algo que possa ser diferente, são crianças que precisam ser ouvidas, notar a mudança é essencial. Muitas vezes pode não ser nada, mas duvidar ou não denunciar é omitir ajuda a um ser em desenvolvimento e sem a menor chance de defesa. 
Se você não quer ser identificado, ligue para o número 100 essa é uma das alternativas mais seguras para colaborar com a proteção dos direitos humanos, a ligação é gratuita podendo ser feita de qualquer lugar do Brasil. 
O Conselho tutelar de Coxim atende pelo número 6799963 1056 Ligar para o 190 em caso de emergência e urgência. Vale a pena procurar ajuda nos órgãos da prefeitura, o que importa é não se calar e proteger nossas crianças e adolescentes. 
Mais informações ou orientações, sigam @psicologamayaraduarte no instagram. 
 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS