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Lula muda Forças Armadas e troca irmão de presidente da CPI do MST de cargo

General Paulo Sergio Reis Filho: deixa o cargo de chefe do Centro de Defesa Cibernética para assumir como comandante de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército.

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26 de maio de 2023

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UOL

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O presidente Lula (PT) promoveu algumas alterações nos postos de lideranças das Forças Armadas. As substituições, que foram indicadas pelo próprio Exército, constam no DOU (Diário Oficial da União) de hoje e estão assinadas pelo petista e pelo ministro da Defesa, José Múcio.

No total, Lula fez 10 trocas em lideranças das Forças, sendo oito generais e dois brigadeiros do ar.

Uma das mudanças mais notáveis envolve o general Marcelo Lorenzini Zucco, irmão do deputado tenente-coronel Zucco, que é presidente da CPI do MST na Câmara. A troca do general para o Rio Grande do Sul foi feita a pedido por motivos de saúde.

O presidente também realocou o general Ricardo José Nigri, ex-número 2 do GSI (Gabinete de Segurança Institucional).

As mudanças já tinham sido publicadas em boletim interno do Exército no início do mês, mas só foram oficializadas hoje, por questões burocráticas.

Veja todas as alterações:

General Marcelo Lorenzini Zucco: o militar deixa o cargo de Comandante da 1º Brigada de Infantaria da Selva para ser adido ao Comando Militar do Sul.

General Ricardo José Nigri: ex-número do 2 do GSI, ele vai assumir a chefia do Gabinete de Planejamento e Gestão do Departamento de Ciência e Tecnologia.

Brigadeiro do ar Max Cinta Moreira: ex-membro do GSI, o brigadeiro vai ocupar o cargo de chefe do Escritório de Governança Executiva do Estado-Maior da Aeronáutica.

General Marcelo Goñes Sabbá de Alencar: outro ex-membro do GSI, ele agora assumirá o posto de 2º Subchefe do Estado-Maior do Exército.

General Eduardo Antonio Fernandes: o general deixará a função de comandante logístico e será conselheiro militar na Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas, em Nova York, nos Estados Unidos, por dois anos.

Brigadeiro do ar Márlio Concidera Estebanez: ele sai da liderança do Escritório de Governança Executiva do Estado-Maior da Aeronáutica para assumir o posto de chefe do Centro de Gestão Estratégica do Comando de Defesa Cibernética.

General Paulo Sergio Reis Filho: deixa o cargo de chefe do Centro de Defesa Cibernética para assumir como comandante de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército.

General Paulo Edson Santa Barba: o militar sai da chefia do Estado-Maior do Comando Militar do Leste para ser comandante da 1º Brigada de Infantaria de Selva.

General Mario Eduardo Moura Sassone: ele vai assumir como chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste e deixará o comando do Centro de Coordenação de Operações do mesmo Comando.

General Luís Carlos Soares de Sousa: o militar vai deixar a chefia do Gabinete de Planejamento e Gestão do Departamento de Ciência e Tecnologia para ser chefe de Defesa Cibernética.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS