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Lorena Spoladore conquista 1ª medalha do Brasil no Mundial de atletismo de Paris

A saltadora paranense Lorena Spoladore conquistou neste domingo, 9, a primeira medalha para o Brasil no Mundial de atletismo paralímpico.

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10 de julho de 2023

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Por Jovem Pan / Conteudo MS

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A saltadora paranense Lorena Spoladore conquistou neste domingo, 9, a primeira medalha para o Brasil no Mundial de atletismo paralímpico. Ao todo, o Brasil é representado por 54 atletas de 19 Estados na competição. , que acontece em Paris, na França, até 17 de julho. A atleta da classe T11 (com deficiência visual) saltou 4,91m e ficou com a segunda posição na prova vencida pela uzbeque Asila Mirzayorova, que atingiu a marca de 5,13m. Outra brasileira na disputa, a sul-matogrossense Silvânia Costa terminou a sua participação na quinta colocação, com 4,59m.


Essa foi a quinta medalha de Lorena Spoladore em Mundiais de atletismo. Antes, já havia conquistado o ouro no salto em distância em Lyon 2013, a prata também no salto em distância em Doha 2015, e bronze nos 100m e nos 200m em Dubai 2019. “Ser a primeira medalha do Brasil tem um gostinho ainda maior. Estou muito feliz e grata. Voltar a medalhar no salto em distância é muito bom, foi a prova em que eu iniciei no atletismo e me deu visibilidade no esporte. Nosso objetivo são as provas dos 100m e 200m, mas essa boa preparação refletiu também na disputa do salto”, afirmou a atleta que ficou cega devido a um glaucoma congênito.

Com a medalha de Lorena, o Brasil conquistou 216 medalhas na história dos Mundiais de atletismo – sem considerar a participação do país na edição de Birmingham 1998 por falta de dados do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês). Foram 74 ouros, 66 pratas e 76 bronzes. Em Paris, Lorena ainda vai competir nas provas dos 100m e 200m T11 entre os dias 12 e 17 de julho. Ainda neste domingo, o paraibano Joeferson Marinho correu a prova dos 100m T12 (com deficiência visual) em 11s10, mas não conseguiu avançar a final da disputa.

Já a amapaense Wanna Brito, no lançamento de club F32, e o carioca Wallace dos Santos, arremesso de peso F55, competem finais em provas do campo, assim como o fluminense Emanoel Victor de Oliveira e o carioca João Victor Teixeira, que vão buscar lugar no pódio do arremesso de peso F37. A última final deste domingo será com o paulista Vinicius Quintino, o atleta mais novo da delegação brasileira, com 16 anos, ao disputar a prova final dos 100m pela classe T72 (que competem na petra).

Ainda competem pelo Brasil neste domingo, mas ainda em fases eliminatórias, o paulista Christian Gabriel da Costa e o fluminense Ricardo Mendonça nos 100m T37, a maranhense Rayane Soares, nos 100m T13, e a potiguar Thalita Simplício e a paraense Jhulia Karol, nos 400m T11. O Mundial de atletismo de Paris é o primeiro após os Jogos de Tóquio 2020 e deve ser o maior evento paralímpico a ocorrer na capital francesa antes dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024. A competição será realizada no Estádio Charlety, que também foi o palco da cerimônia de abertura neste sábado, 8.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS