quinta, 04 de junho, 2026
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Sergio Manoel da Cruz não só participou da criação de Mato Grosso do Sul, como também ajudou a escrever a primeira Constituição Estadual. Em seu novo livro, o jornalista, cientista político e deputado da 1ª Legislatura revela os bastidores do movimento separatista até a fundação do Estado. A obra foi lançada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), na manhã de ontem quarta-feira (10). O posfácio é assinado pelo presidente da Casa de Leis, deputado Gerson Claro (PP), que foi professor de História.
Baseado em uma vasta gama de fontes, ideias e materiais da época, o livro “História da Fundação de Mato Grosso do Sul” fornece informações históricas e leva os leitores à compreensão do passado. Sergio Cruz, que na época ficou famoso em discursar em praças num pequeno palanque improvisado e pelo uso do jargão “fé em Deus e pau na mula”, apresenta os acontecimentos a partir da ordem cronológica.
“É um momento marcante para Mato Grosso do Sul. Sergio Cruz, uma figura folclórica, participou ativamente da fundação do Estado e documentou fatos históricos, marcando com isso a nossa identidade dentro da Federação e deixando um rico legado às futuras gerações. Não tenho dúvida que essa obra irá realçar cada vez mais o papel da Assembleia Legislativa na sociedade”, destacou o presidente.
O livro tem 310 páginas e está divido nos seguintes capítulos: A mudança da Capital, República Transatlântica, Os gaúchos estão chegando, A fumaça e o fogo, Fogo na fronteira, Estado de Brasilândia, Ponta Porã, Sim e o não, Marca da tesoura, Estado do Pantanal, Divisão de fato, De fato e de direito, Delenda Pedrossian e Um estranho no ninho. Além disso, possui as galerias dos deputados constituintes e dos atuais parlamentares.
No posfácio, Gerson Claro define a obra como “um compêndio fiel sobre o nascimento, criação e evolução do nosso Estado, sustentado por uma rica bibliografia e fotos documentados minuciosamente”. O resultado dessa história abrangente, informativa e rica foi publicado pela Editora Via Morena Comunicação. Mais informações sobre a obra podem ser obtidas diretamente com o autor: [email protected].
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS