quinta, 04 de junho, 2026
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No último dia 27 de junho no COMPAR Congresso Nacional e Estadual Mulheres pela Paridade Política e Institucional, que foi realizado no Espaço Rubens Gil de Camilo em Campo Grande/MS, foi lançado o livro ELLAS, escrito por 16 mulheres de diversas profissões, sob a coordenação da advogada e artista plástica Iacita Azamor Pionti e pela editora Amigas de Negócio.
Dentre as coautoras, tem duas mulheres que atuam profissionalmente e residem na cidade de Coxim/MS, sendo a Juíza de Direito Drª. Tatiana Dias Said de Oliveira e a Advogada Valéria Ferreira de Araujo Oliveira.
O livro Ellas traz textos e relatos de várias mulheres inseridas em diversas áreas da sociedade e suas experiências pessoais e profissionais, mostrando a multiplicidade de "ser mulher", e a diversidade de pautas.
A Drª. Tatiana Said, declarou: "Como pesquisadora do fenômeno da violência de gênero, e também a partir do conhecimento adquirido ao longo da carreira da magistratura, em processos que envolvem violência contra a mulher, busquei fazer um recorte de etnia, ao tratar da violência de gênero contra a mulher indígena, numa abordagem interseccional, já que a mulher indígena sofre dupla violência (intra e interétnica), considerando também que a Lei 11.340/06 apresenta importantes falhas quando aplicadas a mulheres indígenas. Poder contribuir com essa obra foi importante para mim, principalmente porque se trata de uma obra escrita apenas por mulheres, e que pode auxiliar um pouco na mudança da visão da sociedade em relação às mulheres".
A Drª. Valéria Araujo, acrescentou: "A obra ELLAS servirá de inspiração para várias mulheres, pois não se limitou a um tema. Quando fui convidada para escrever sobre a importância da mulher na política, fiquei muito empolgada, pois há vários anos atuo na área do direito eleitoral, e o que vejo é uma escassez de mulheres ocupando cargos políticos. No texto destaco que apesar de ser destinada a cota para candidatura de 30% de mulheres, acredito que ainda não seja o ideal, visto que conforme verificamos em vários pleitos eleitorais, o que há é uma maquiagem de partidos para cumprir a legislação, colocando nomes de mulheres que muitas vezes não recebem nenhum voto na urna. O ideal seria a destinação de uma porcentagem de cadeiras nos poderes legislativos, assim com toda certeza teríamos a representatividade das mulheres nos cargos eletivos do sistema político."
A Drª. Tatiana e Drª. Valéria em breve farão o lançamento do livro ELLAS na cidade de Coxim/MS, uma obra que com certeza será motivadora para as mulheres.
As coautoras do livro são: Alice Adolfa Zeni, Eclair Nantes, laci Terezinha Rodriques de Azamor, lacita Azamor Pionti, Jacqueline Machado, Janaina Galeão, Juliana Aranda, Marinalva Pereira Marta do Carmo, Marta do Carmo, Patricia Azamor Marchioretto, Rafaela Kasai Araujo de Lima, Tatiane Dias de Oliveira Said, Telma Nantes de Matos, Valeria Ferreira de Araujo Oliveira, Valeria Scapim e Zeliana Luiza Delarissa Sabala.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS