quinta, 04 de junho, 2026
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As memórias da infância podem ser mais divertidas se permeadas por histórias e livros. Contribuir para esse crescimento com aprendizado lúdico é um dos objetivos da Coleção Cidadania é o Bicho, produzida pela equipe da Gerência de Site e Mídias Sociais, vinculada à Secretaria de Comunicação Institucional da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), que lança seu 10º livro digital - Turma do Folclore em: Baile da Bicharada.
Com texto da jornalista Aline Kraemer, o ebook conta como nem o misterioso Bicho-homem Pé-de-Garrafa resistiu a um bom baile no Pantanal. A princípio, a figura folclórica despertou medo, mas depois os animais pantaneiros relembraram como se tornaram amigos. O material foi baseado no livro Chão Batido, da arte-educadora e pesquisadora da cultura popular tradicional, Marlei Sigrist.
Inspirada pelo livro e por suas vivências, Aline explicou como elaborou a nova edição da coletânea. “Desde que aprendi a importância de valorizar o folclore brasileiro, especialmente o regional, passei a ler para minhas crianças histórias de lendas e mitos como forma de cultivar nossas raízes e despertar o encantamento pela nossa cultura. A partir daí, surgiu a ideia. Valorizar o folclore regional é reconhecer a riqueza cultural e preservar as tradições locais, proteger um patrimônio imaterial de grande valor, como também reforçar as raízes que sustentam a identidade e, assim, promovemos um futuro respeitoso com as origens”, explicou a jornalista.
A história foi coloridamente ilustrada pela programadora visual Luciana Kawassaki, com participações especiais das filhas de Aline: Ana Beatriz e Catarina. As crianças tinham 11 e 5 anos, respectivamente, quando desenharam. “Achei legal desenhar e gosto quando a mamãe lê as lendas para mim. Algumas eu confesso que tive medo”, disse Catarina. “Eu aprendi com a minha mãe a importância de adquirir conhecimento sobre o folclore e achei muito interessante incentivar outros a aprenderem sobre as lendas regionais. É o segundo livro que tive a oportunidade de desenhar”, afirmou Ana Beatriz.
O folclore é um importante patrimônio cultural de uma sociedade, pois preserva tradições, histórias, crenças e valores que são transmitidos de geração em geração, promovendo o respeito à diversidade e à pluralidade de saberes. Tanto que é reconhecido pela Unesco, entidade vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. No dia 22 de agosto é comemorado o Dia do Folclore, uma data dedicada à celebração da cultura popular brasileira e suas manifestações.
Além de despertar o interesse pelo folclore, o livro também busca valorizar a temática pantaneira e motivar o estudo da identidade regional. A publicação e a distribuição dos materiais são gratuitas, sob as formas de livro digital ou impresso, desde que com a devida a autorização prévia dos autores ou da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. São proibidas as divulgações com propósitos comerciais, assim como a alteração dos conteúdos.
Acesse o novo livro na íntegra e os demais ebooks da Coleção Cidadania é o Bicho por este link.: https://al.ms.gov.br/Paginas/801/colecao-cidadania-e-o-bicho (Fernanda Kintschner)
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS