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Justiça condena Ana Hickmann e ex-marido a indenizar jornalista que morava em Sonora

Ex-modelo e apresentadora, Alexandre Corrêa e ex-assessora são condenados a pagar indenização por acusação indevida. Tanto o jornalista quanto os condenados recorreram da sentença.

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27 de fevereiro de 2025

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(Idest, com informações do TJMS)

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A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou a apresentadora Ana Hickmann, seu ex-marido, Alexandre Corrêa, e uma ex-assessora ao pagamento de R$ 30 mil de indenização por danos morais a um jornalista que residia em Sonora, além de ressarcimento por danos materiais. A decisão foi proferida pela 14ª Vara Cível de Campo Grande em uma ação que se arrasta desde 2011.
O processo foi movido pelo jornalista quando ele ainda era estudante de comunicação e havia acabado de tomar posse em um concurso público para escriturário de banco. Ele soube da acusação através de colegas de faculdade e de um professor, após uma matéria divulgada na mídia sugerir que ele seria o administrador de um perfil em uma rede social de mensagens curtas que ameaçava de morte a apresentadora e divulgava seus dados pessoais.


A notícia foi inicialmente veiculada por um famoso site de fofocas, afirmando que o jornalista teria acessado informações sigilosas da apresentadora usando sua função no banco. O caso ganhou repercussão nacional após ser publicado no blog de Ana Hickmann e replicado por cerca de 53 outros portais, muitos dos quais acrescentaram a foto do então estudante, que também era estagiário em uma emissora de TV na época. A imprensa sul-mato-grossense e programas televisivos locais também deram destaque às acusações.
Dias depois, a matéria foi corrigida pelo site de fofocas, retirando o nome do jornalista. No entanto, o estrago já estava feito. Ele registrou um boletim de ocorrência em Sonora, enquanto a apresentadora também fez uma denúncia na cidade.


No processo, o jornalista pediu indenização por danos morais e materiais e ainda requereu um desagravo público, com a leitura de uma retratação em rede nacional por 30 dias. O pedido baseou-se no fato de que as acusações contra ele foram embasadas em um relatório técnico produzido a pedido de Ana Hickmann, Alexandre Corrêa e a ex-assessora. Segundo o juiz Marcus Vinícius de Oliveira Elias, esse relatório utilizava apenas dados públicos e não poderia ser considerado conclusivo. Além disso, não houve investigação mais aprofundada sobre outras possíveis autorias.


“A real autoria das ameaças veiculadas na internet somente poderia ser descoberta por meio de investigação policial, com rastreio do IP do usuário nos servidores das redes sociais e uma pesquisa junto aos provedores de internet”, afirmou o magistrado. Ele também destacou que a investigação realizada não levou em conta a possibilidade de o verdadeiro autor estar em outra cidade, como Santa Cruz do Sul, local onde o jornalista nunca residiu.
A decisão judicial reforça que a divulgação do nome do jornalista em sites de grande alcance, mesmo que por pouco tempo, gerou danos irreparáveis à sua imagem, pois a informação ganhou repercussão em larga escala, fugindo ao controle dos responsáveis pela postagem.
Tanto o jornalista quanto os condenados recorreram da sentença. As apelações estão em segredo de justiça e serão analisadas no próximo dia 13 de março pela 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS