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Juiz concede prisão domiciliar a mulher que aplicava golpes em nome da Caixa

Francielle Ketelyn de Almeida foi presa junto com o marido Alessandro Soares no dia 2 de outubro.

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12 de outubro de 2023

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CGNews

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O juiz Deyvis Ecco da 2ª Vara Criminal de Dourados, concedeu prisão domiciliar à Francielle Ketelyn de Almeida, 26 anos, na terça-feira (10). Ela foi detida no dia 2 de outubro, junto com o marido Alessandro Soares, de 47 anos, acusados de usar documentos falsos da Caixa Econômica Federal para aplicar golpes milionários em empresários e produtores rurais.

A defesa do casal, composta pelos advogados advogados Maicon Ângelo Pricinato e Carlos Eduardo Evangelista, alegou que a mulher é ré primária e possui uma filha menor de três anos, além disso, alegaram que os clientes estariam sendo condenados nas mídias sociais antes mesmo da condenação transitar em julgado. Os defensores pediram também que o processo fosse colocado em segredo de Justiça.

Na decisão, o juiz considerou que Francielle é ré primária e que o crime de estelionato foi cometido sem violência ou grave ameaça. Ele ainda entendeu que a acusada tem uma filha menor de três anos de idade e que não há razões para impedir a prisão domiciliar, mas negou colocar o processo em segredo de justiça

“Mantenho a prisão preventiva da investigada e defiro a concessão de prisão domiciliar, devendo permanecer na residência indicada nos autos, não podendo se ausentar sem prévia autorização judicial, exceto para atendimentos e exames médicos”, determinou Ecco.

Golpes milionários 

Segundo a Polícia Civil, Alessandro e Fracielle se passavam por correspondentes bancários da Caixa e aplicaram golpes em quantias milionárias na região de Dourados. Com eles, foram encontradas diversas cédulas de crédito bancário falsificadas, totalizando cifras de mais de R$ 2 bilhões.

 Uma das cédulas falsificadas tinha valor superior a R$ 498 milhões. Outra possuía grafada a cifra de R$ 300 milhões. “Os estelionatários ofereciam financiamentos nesses valores milionários se passando por correspondentes da Caixa Econômica Federal e exigiam para a realização do financiamento quantias de 100 mil a 200 mil reais. Outras diversas vítimas já haviam caído nos golpes”, afirmou a polícia.

Após as vítimas transferirem o dinheiro, os estelionatários afirmavam que não seria possível concluir os financiamentos alegando os mais variados motivos, como instabilidade no sistema bancário ou mudança de política do banco.

“Tudo legal” 

Em depoimento na delegacia, os dois mantiveram a versão de que as transações eram legais e negaram cobranças indevidas. Alessandro afirmou que trabalha com financiamentos desde maio de 2022 e sua esposa é amiga da filha “dos diretores da Caixa”. Segundo ele, como ela possui especialização na área, essa amiga passou “algumas propostas” para que Francielle ajustasse os projetos.

 Afirmou que Francielle teria recebido 47 projetos de pessoa de dentro da Caixa e que a mulher, após treinamento, começou a fazer os projetos de forma autônoma. Até junho deste ano, ela teria feito oito projetos, cobrando valor de R$ 110 mil por projeto.

Sobre as cédulas de crédito apreendidas na casa, Alessandro afirmou que são fornecidas pela Caixa Econômica através de um link. Em relação aos projetos que teriam sido feitos pela mulher, alegou que o funcionário do banco com quem mantinha contato teria se apropriado do dinheiro. Ele citou o nome do suposto funcionário, que vai ser investigado. Entretanto, a polícia acredita que essa pessoa não existe.

Francielle também manteve a versão de que todas as operações eram legais. Afirmou ser projetista habilitada em financiamento e que o valor cobrado do empresário (R$ 110 mil) era referente à elaboração do suposto projeto. Ela afirmou não saber se seus outros “clientes” receberam os supostos financiamentos.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS