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Jovem recebe diagnóstico errado em UPA e quase morre com apendicite em Campo Grande

O erro foi parar no grupo Aonde não ir em Campo Grande. A namorada do rapaz descreveu o desespero vivido pelo casal no dia, a demora no atendimento e as informações erradas do diagnóstico.

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12 de maio de 2023

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Um jovem quase morreu com apendicite, ao receber diagnóstico errado de pedras no rim, na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Universitário, em Campo Grande.

O erro foi parar no grupo Aonde não ir em Campo Grande. A namorada do rapaz descreveu o desespero vivido pelo casal no dia, a demora no atendimento e as informações erradas do diagnóstico.

O caso aconteceu na segunda-feira (8), a jovem conta que o namorado chegou na UPA passando mal com dores intensas e sintomas de apendicite.

A demora começou desde o momento do cadastro para triagem, até ser chamado para a mesma. “Chegamos às 8h48 e só fomos cadastrados na triagem às 9h09 e ele só foi chamado para triar às 11h”, começa a publicação da jovem.

Vendo a agonia do namorado ao se contorcer de dor na cadeira, ela questionou a demora para passar na triagem e recebeu uma resposta grosseira do enfermeiro.

Minutos depois o jovem passou pela triagem e explicou que os sintomas eram de apendicite, mas foi colocado em classificação verde, com demora de até 120 minutos para atendimento.

“Eu não sabia o que fazer, ele sentindo dor, e muita gente lá não sendo chamado, a hora não passava nunca, e 13h20 ele foi atendido pelo médico. Não pude entrar com ele, mas na sala contou tudo o que sentia e que era sintomas de apendicite”, explica.

Segundo relato do rapaz para a jovem, o médico encostou no local da dor apertando e disse ser pedras no rim. O rapaz foi medicado e liberado para casa.

“Passamos na farmácia para comprar remédio, fui no mercadão comprar chá de quebra pedra para ajudar, quando foi19h28 ele entrou no quarto passando muito mal, uma tremedeira, dizendo que tava com muito frio, peguei o termômetro e ele tava com 38.7 °C”, narra a jovem.

O desespero começou quando a febre em poucos minutos passou para 42.1 °C. A irmã do rapaz foi chamada e ele encaminhado para o Hospital da Cassems, onde deu entrada já em emergência e constatado a crise de apendicite.

“Não tinha nada de pedra no rim, era na apêndice, fomos informados que ele precisava passar pela cirurgia urgente pois tava prestes a estourar. Ele foi encaminhado para a Santa Casa onde realizou a cirurgia as pressas”, detalha.

Indignada, a jovem finaliza a postagem criticando a demora no atendimento da UPA, em uma emergência, e o diagnóstico que quase resultou na morte do rapaz.

“É um absurdo você chegar na UPA, ficar mais de 6 horas para a pessoa que diz ser médico, só encostar no local da dor e dizer que é pedra no rim. A gente tratando como se fosse e não estava adiantando nada”, desabafa.

A reportagem entrou em contato com a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) para apurar a demora no atendimento e erro do médico e agiarda resposta.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS