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Jovem não suporta bullying de melhor amiga e tira a própria vida na Capital

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6 de abril de 2023

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TMN/PCS

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Recém-formada em medicina veterinária, boa filha e muito querida pelos amigos, Gabrielli Gonçalves, 23 anos, era cheia de sonhos e com a vida inteira pela frente, mas tudo foi interrompido por consequência de um bullying vindo da melhor amiga.

Gabrielli sofreu ataques por parte da amiga, atentou contra a própria vida na última sexta-feira, ingerindo alta quantidade de medicamentos na madrugada de sexta-feira (31), e o processo terminou com seu óbito na manhã dessa última terça-feira (4), em Campo Grande.

Segundo informações do site A Onça, testemunhas disseram que Gabrielli e a melhor amiga não estavam se falando, e a "amiga" fazia ataques constantes à aparência de Gabrielli, principalmente no que se refere ao peso corporal, já que a veterinária se encaixa no padrão chamado plus size.

A briga teria se originado - supostamente - segundo uma testemunha, porque Gabrielli teve um relacionamento com um rapaz que seria ex da tal amiga, com quem ele teria se relacionado "no sigilo". A moça não teria aceitado o fato, passou a se dizer "traída" e a atacar a veterinária com postagens e vídeos montados com o intuito de expor e zombar da vítima.

Gabrielli já havia enfrentado e superado outros episódios de depressão. Embora tenha sofrido bullying a vida toda, na fase adulta, havia decidido não se deixar mais atingir por isso e passou a reagir e responder aos ataques.

Infelizmente, os golpes mais dolorosos e fatais sempre vêm daqueles em quem acreditamos, confiamos e, principalmente, amamos. São dessas pessoas as traições que mais nos afetam, quando ocorrem. E com a jovem não poderia ser diferente, afinal, segundo relatos de amigos, "Gabi era só amor". E do amor não se espera algo diverso ou maldoso, mas infelizmente, foi isso o que ela recebeu da "amiga".

E, mesmo no momento de maior dor, quando mais precisou de ajuda, foi justamente a essa pessoa que Gabrielli tentou recorrer, mas estava bloqueada em todas as redes sociais e também sendo ignorada.

Segundo relato de Danniela Carneiro, mãe de Gabrielli, a filha estava bem, mas entrou em crise depois do problema com as amigas, que faziam chacota da filha, dizendo que ela era "gorda e falsa".

As duas chegaram a conversar, mas de madrugada, Gabrielli acordou passando mal. Chegou a ser levada para o hospital, mas chegou lá já em coma e, até a manhã dessa terça-feira (4), a equipe médica fez o possível para reverter a overdose medicamentosa, mas foi em vão.

Na manhã dessa terça-feira (4), Gabrielli se foi, e com ela, todas as esperanças de um futuro promissor.

Bullying

Não é de hoje que se sabe o quanto o bullying pode ter efeitos devastadores na saúde mental da criança, e mesmo do adulto, quando expostos à prática, que é altamente maldosa e, às vezes, até cruel.

Infelizmente, mesmo depois de crescidos, muitos não têm noção ou não se importam - mesmo -, com as consequências de suas "brincadeiras" e "zoeiras", ainda que tenham noção de que elas ultrapassam os limites aceitáveis de brincadeiras e zoeiras que são, de fato, saudáveis e fazem rir sem humilhar, subjugar ou prejudicar a outras pessoas, e sem afetar a saúde mental alheia.

No caso de Gabrielli, o que fica muito claro é que as 'amigas' tinham o intuito de se vingar da veterinária, por causa de algo rápido com um rapaz que era supostamente 'ex' de uma delas, em um relacionamento que, segundo uma testemunha, nunca chegou a ser assumido, porque a amiga era 'amante', e não namorada do rapaz.

Valorização da vida

Um suicídio afeta ao menos seis pessoas que estavam ligadas à vítima. Se você estiver passando por problemas, procure ajuda.

O Grupo Amor Vida é uma ONG sem vinculação político partidária e religiosa que presta gratuitamente, desde 2001, através de voluntários, atendimento telefônico à pessoa em crise emocional, com garantia de anonimato e sigilo, objetivando a prevenção do suicídio.

Não se trata de atendimento psicoterápico e sim humanitário. O usuário tem a oportunidade de desabafar com outra pessoa o seu sofrimento. Uma dor compartilhada dói menos.

Telefone: 0800 750 5554.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS