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Jovem com câncer dá exemplo de vida em Coxim

A família recebeu com exclusividade a reportagem do Diário do Estado em sua residência no bairro Flávio Garcia

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20 de outubro de 2015

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Carlos Pires

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Superação, determinação, força de vontade e coragem são qualidade imprescindíveis na vida do coxinense Daniel Araújo dos Santos de 17 anos que após lutar pela sua sobrevivência resolveu ajudar a família fazendo artesanato para vender para poder angariar recursos e assim dar continuidade em seu tratamento.
A família recebeu com exclusividade a reportagem do Diário do Estado em sua residência no bairro Flávio Garcia para mostrar e divulgar o talento do jovem nos trabalhos artesanais que são de excelente qualidade. 
A mãe de Daniel, Sônia Lemes de Araújo contou que ao invés de ficar se lamentando pelo problema de saúde, o jovem, diante das dificuldades e limitações físicas se sentiu motivado a ajudar a família com trabalho e pediu que fosse providenciado o material para que o artesanato fosse produzido.
Sônia disse que todo recurso arrecadado é aplicado exclusivamente compra de medicamentos, gêneros alimentícios exclusivos e utensílios para que Daniel continue produzindo peças artesanais, como chinelos bordados, tapetes e enfeites, pois o único recurso que o jovem recebe é o auxílio doença que hoje equivale a um salário mínimo.
Segundo a mãe, a união da família e dos amigos é a grande motivação na venda das peças produzidas pelo jovem e quem quiser adquirir o artesanato produzido pelo jovem basta fazer a encomenda que a própria família se encarrega de fazer as entregas. 
Sônia contou que no dia 23 de novembro Daniel deve voltar para a unidade hospitalar de Barretos (SP) para novas avaliações e possivelmente deverá ser encaminhado para Chapecó (SC) para um novo procedimento cirúrgico. De acordo com a mãe o garoto já terminou as sessões de radioterapia, está se alimentando bem e regularmente, está levando uma vida normal mesmo com as limitações, e surpreendendo pela garra, força de vontade e pela determinação em trabalhar para ajudar no seu próprio sustento.
Segundo a mãe o jovem recebe atendimento através do SAD (Serviço de Atendimento Domiciliar) do Hospital Regional com enfermeiros e do médico quando Daniel necessita de cuidados específicos. Em tom de desabafo Sônia lamenta que o município tenha cortado o auxílio que Daniel recebia e que vai entrar na justiça para que o jovem tenha garantido o seu direito à saúde como prevê o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Para adquirir o artesanato de Daniel basta entrar em contato com a mãe pelo fone 9918-8598 para fazer a encomenda ou visitar a residência da família situada na Rua Oscar Costa, 329, no bairro Flávio Garcia.

O caso
Por mais de um ano à espera por uma cirurgia Daniel Araújo dos Santos, 16 anos, viveu um drama em virtude da apreensão por uma decisão médica. O adolescente foi diagnosticado com um tumor em uma glândula na boca, já estava em estado avançado. A família de Daniel, travou uma luta pela vida dele, buscando auxílio médico, ajuda em vários hospitais e chegou a abrir uma conta bancária para pedir aos amigos, conhecidos e até estranhos que colaborassem com o tratamento. Em novembro de 2014, a família embarcou para o interior de São Paulo, buscando tratamento no Hospital de Câncer de Barretos. O caso de Daniel, segundo os médicos foi avaliado como gravíssimo, ele lutou para ser curado de um câncer na face, do tipo sarcoma de grau III.
A primeira consulta foi no dia 18 de novembro de 2013, onde Daniel não pode operar. Segundo a mãe do jovem os médicos disseram que o tumor havia avançado muito e qualquer procedimento seria delicado naquele momento. Ele chegou a fazer ainda dez sessões de radioterapia, que de acordo com a família, não teve muito sucesso, porque a boca de Daniel estava muito infeccionada e inspirava cuidados.
Mesmo assim, ele ainda passou por sessões de radioterapia, fez traqueostomia, e só conseguia se alimentar por uma sonda. Ainda de acordo com a mãe, vários exames foram feitos, e não constou nada em nenhum outro lugar do organismo, o tumor estava instalado apenas na região bucal e afetou toda a face.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS