quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Geral
Em cinco dias de mutirão no distrito de Jauru, na zona rural de Coxim/MS, o Juizado Especial Federal (JEF) Itinerante atingiu as marcas de 77,8% de acordos em audiências e 331 atendimentos realizados pelas instituições participantes.
4 de agosto de 2022
(Assessoria de Comunicação Social do TRF3)
Em cinco dias de mutirão no distrito de Jauru, na zona rural de Coxim/MS, o Juizado Especial Federal (JEF) Itinerante atingiu as marcas de 77,8% de acordos em audiências e 331 atendimentos realizados pelas instituições participantes.
O evento foi coordenado pela Justiça Federal em Mato Grosso do Sul e promovido, entre os dias 25 e 29 de julho, em parceria com a Defensoria Pública da União (DPU), o Ministério Público Federal (MPF), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Advocacia-Geral da União (AGU) o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), o Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região (TRT24), a Prefeitura de Coxim e o Governo do Estado do Mato Grosso do Sul.
Segundo o coordenador do evento e titular da Vara Federal de Coxim, juiz federal Ney Gustavo Paes de Andrade, graças ao espírito colaborativo de todas as instituições envolvidas, foi possível solucionar as demandas da comunidade durante o próprio evento.
"A ideia inicial era fazer em duas etapas, mas conseguimos fazer tudo em uma vinda só", revelou. As perícias médicas, inicialmente previstas para segunda etapa, foram antecipadas. "Saímos daqui com a sensação de missão cumprida", acrescentou.
Na ocasião, 32 jurisdicionados tiveram a oportunidade de ingressar com uma ação na Justiça Federal; foram realizadas 27 audiências, sendo 21 finalizadas com acordo entre as partes resultando na concessão de 15 aposentadorias, três benefícios assistenciais, dois benefícios por incapacidade temporária e um salário-maternidade.
Com o apoio da Prefeitura Municipal, houve, ainda, atendimento de 98 famílias pela equipe técnica interdisciplinar da Assistência Social, 44 cadastros no Cadastro Único para Programas Federais – CADUNICO, 10 visitas domiciliares com relatórios sociais, 26 cadastros para remissão de passe livre intermunicipal, 66 pedidos de emissão de identidade, 7 casamentos e emissão de 17 certidões.
Para o juiz federal Fernando Nardon Nielsen, que atuou no JEF Itinerante, além da prestação jurisdicional, a realização do evento trouxe ganhos expressivos para os profissionais da Justiça Federal e para a comunidade. "Tivemos um enorme aprendizado com o contato próximo com os jurisdicionados, de ir às suas casas e ver suas dificuldades", declarou.
No último dia, os juízes federais junto com os procuradores da AGU Silvio Marques Garcia e Fabiano Fernandes Segura, o defensor público Welmo Rodrigues e o professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Aurélio Briltes realizaram palestras para alunos da Escola Antonio Torquato da Silva. Eles explicaram aos estudantes o funcionamento da Justiça e o papel de cada instituição.
"Para mim, esse foi um dos momentos mais emocionantes. Mostramos que somos todos parecidos e que eles podem, se quiserem, ser juízes, procuradores, defensores, e o começo de tudo isso é aqui, no banco da escola. Foi o desfecho perfeito", concluiu o juiz federal Ney Gustavo Paes de Andrade.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS