quinta, 04 de junho, 2026
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“Ele estava animado, empolgado”, assim Rubens Pereira Feitosa, 45 anos, viveu os últimos dias de vida, conforme conta a irmã Marilene Pereira Feitosa, 55 anos. A alegria e esperança do renal crônico com a notícia do transplante de rim tão aguardado, no Paraná, deu lugar ao sofrimento causado pela contaminação pelo Covid-19, enquanto ainda se recuperava da cirurgia.
Rubens morava em Ponta Porã com sua esposa e tinha quatro filhos, dois ainda residiam com os pais, ele realizava hemodiálises há 3 anos pois sofria com a doença dos rins policísticos e o transplante não era uma urgência médica, no momento, explicam os familiares.
“O Rubens era saudável, ele pescava, participava das ações dele, era sorridente, fora o rim era uma pessoa muito saudável, na verdade ele tinha até medo de fazer esse transplante, mas foi encorajada pelo nosso irmão”, conta Marilene. Rivaldo é irmão de Marilene e Rubens, ele sofria do mesmo problema nos rins, doença que chegou ao fim em 2020, após um transplante de órgãos realizado em São Paulo com sucesso.
Ver o irmão curado e seguindo a vida normalmente foi o fator decisivo para encorajar Rubens, que decidiu se livrar do problema de uma vez por todas. “Aconteceu tudo muito rápido, porque ele entrou na fila no começo do janeiro e em poucos dias já apareceu um rim compatível e de qualquer forma a esposa dele poderia doar, então a cirurgia ia ser realizada”, conta Marilene.
A irmã conta que conversou com Rubens pouco antes do transplante, que ocorreu em um hospital no Paraná. Segundo ela, o irmão estava confiante, alegre e não demonstrava ter medo da cirurgia. “Ele disse: vou entrar, ora por mim para dar tudo certo”, disse, “e deu tudo certo”, complementou Marilene.
A irmã conta que Rubens “morria de medo” da pandemia e da Covid-19. “Ele mal saia de casa, sempre quando ia fazer a hemodiálise levava álcool e limpava tudo, ele se preocupava tanto, que a gente se falava praticamente só por vídeo, para não correr riscos”.
Depois do transplante, a surpresaApós meses se cuidando, e seguindo as medidas de biossegurança ao pé da letra, Rubens não imaginava que um surto de Covid-19 no hospital onde ele se recuperava da cirurgia iria tirar sua vida.
Marilene explica que o transplante ocorreu perfeitamente e ele saiu bem da mesa de cirurgia, mas o drama teve início após um surto de Covid-19 atingir o hospital. “Eu percebi que ele ficou meio abatido, fraco, pelas chamadas dava para notar, e meu outro irmão não tinha ficado assim depois da cirurgia”.
“Aí quando teve o surto no hospital, o Rubens ficou abatido e mandaram ele embora pra casa, foi quando ele testou positivo, ele foi contaminado no hospital”, disse. “Dói saber que meu irmão deu entrada dia 7 de janeiro para realizar uma cirurgia, estava saudável, e no 1° de fevereiro morreu, ele sabia que não ia resistir”, conta a irmã, alterando em momentos de alegria ao relembrar do irmão em vida e tristeza ao perceber que não o verá novamente.
Inconformada, Marilene não esquece das últimas semanas de vida do irmão. Ao dar entrada dia 7 de janeiro, Rubens passou cinco dias internado e foi liberado após o surto, quatro dias depois da alta ele retornou ao hospital, após 12 dias internado com a covid-19, Rubens foi entubado e não resistiu após três dias na UTI.
A irmã conta que o irmão já sabia que não resistiria, frágil por conta da cirurgia, ele ainda fez um último apela a irmã. “Não deixe me entubarem, porque se entubar eu sei que não vou aguentar”, relata a irmã, descrevendo a última vez que conversou com Rubens.
“Ele estava animado, empolgado”, assim Rubens Pereira Feitosa, 45 anos, viveu os últimos dias de vida, conforme conta a irmã Marilene Pereira Feitosa, 55 anos. A alegria e esperança do renal crônico com a notícia do transplante de rim tão aguardado, no Paraná, deu lugar ao sofrimento causado pela contaminação pelo Covid-19, enquanto ainda se recuperava da cirurgia.
Rubens morava em Ponta Porã com sua esposa e tinha quatro filhos, dois ainda residiam com os pais, ele realizava hemodiálises há 3 anos pois sofria com a doença dos rins policísticos e o transplante não era uma urgência médica, no momento, explicam os familiares.
“O Rubens era saudável, ele pescava, participava das ações dele, era sorridente, fora o rim era uma pessoa muito saudável, na verdade ele tinha até medo de fazer esse transplante, mas foi encorajada pelo nosso irmão”, conta Marilene. Rivaldo é irmão de Marilene e Rubens, ele sofria do mesmo problema nos rins, doença que chegou ao fim em 2020, após um transplante de órgãos realizado em São Paulo com sucesso.
Ver o irmão curado e seguindo a vida normalmente foi o fator decisivo para encorajar Rubens, que decidiu se livrar do problema de uma vez por todas. “Aconteceu tudo muito rápido, porque ele entrou na fila no começo do janeiro e em poucos dias já apareceu um rim compatível e de qualquer forma a esposa dele poderia doar, então a cirurgia ia ser realizada”, conta Marilene.
A irmã conta que conversou com Rubens pouco antes do transplante, que ocorreu em um hospital no Paraná. Segundo ela, o irmão estava confiante, alegre e não demonstrava ter medo da cirurgia. “Ele disse: vou entrar, ora por mim para dar tudo certo”, disse, “e deu tudo certo”, complementou Marilene.
A irmã conta que Rubens “morria de medo” da pandemia e da Covid-19. “Ele mal saia de casa, sempre quando ia fazer a hemodiálise levava álcool e limpava tudo, ele se preocupava tanto, que a gente se falava praticamente só por vídeo, para não correr riscos”.
Depois do transplante, a surpresaApós meses se cuidando, e seguindo as medidas de biossegurança ao pé da letra, Rubens não imaginava que um surto de Covid-19 no hospital onde ele se recuperava da cirurgia iria tirar sua vida.
Marilene explica que o transplante ocorreu perfeitamente e ele saiu bem da mesa de cirurgia, mas o drama teve início após um surto de Covid-19 atingir o hospital. “Eu percebi que ele ficou meio abatido, fraco, pelas chamadas dava para notar, e meu outro irmão não tinha ficado assim depois da cirurgia”.
“Aí quando teve o surto no hospital, o Rubens ficou abatido e mandaram ele embora pra casa, foi quando ele testou positivo, ele foi contaminado no hospital”, disse. “Dói saber que meu irmão deu entrada dia 7 de janeiro para realizar uma cirurgia, estava saudável, e no 1° de fevereiro morreu, ele sabia que não ia resistir”, conta a irmã, alterando em momentos de alegria ao relembrar do irmão em vida e tristeza ao perceber que não o verá novamente.
Inconformada, Marilene não esquece das últimas semanas de vida do irmão. Ao dar entrada dia 7 de janeiro, Rubens passou cinco dias internado e foi liberado após o surto, quatro dias depois da alta ele retornou ao hospital, após 12 dias internado com a covid-19, Rubens foi entubado e não resistiu após três dias na UTI.
A irmã conta que o irmão já sabia que não resistiria, frágil por conta da cirurgia, ele ainda fez um último apela a irmã. “Não deixe me entubarem, porque se entubar eu sei que não vou aguentar”, relata a irmã, descrevendo a última vez que conversou com Rubens.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal