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A industrialização de Mato Grosso do Sul caminha para uma nova configuração. De mais investimentos, qualificação e principalmente oportunidades. Apostando na atração de empreendimentos com pegada sustentável, renováveis e principalmente com capacidade extensiva de geração e empregos, a política de trocar “incentivos por vagas” está dando resultados. Exemplo disso foi a entrega esta semana, da expansão do Núcleo Industrial de Dourados.
20 de maio de 2022
Rosana Siqueira, Semagro
A industrialização de Mato Grosso do Sul caminha para uma nova configuração. De mais investimentos, qualificação e principalmente oportunidades. Apostando na atração de empreendimentos com pegada sustentável, renováveis e principalmente com capacidade extensiva de geração e empregos, a política de trocar “incentivos por vagas” está dando resultados. Exemplo disso foi a entrega esta semana, da expansão do Núcleo Industrial de Dourados.
Segunda maior cidade do Mato Grosso do Sul, Dourados recebeu esta semana a reestruturação do seu Núcleo Industrial com a entrega de lotes e regularização de empresas que preveem geração de quase 800 vagas com investimentos de R$ 73 milhões.
“Esta política que nós criamos para industrialização do Estado, que é a troca de impostos por empregos, funcionou bem. Tivemos ainda a coragem de mudar a matriz da nossa lei de incentivos fiscais. Muitos municípios como Dourados clamava pela vinda de novas empresas, para geração de emprego. Nós fomos atrás e criamos as condições para atrair investimentos privados ao Estado”, destacou o governador Reinaldo Azambuja.
“Estes empresários de Dourados tinham uma dívida com o Governo do Estado que era a regularização das empresas, dos lotes. Alguns já que estavam instalados no Núcleo há muito tempo. Outros estão recebendo agora áreas adicionais e novas para que eles possam gerar mais empregos”, ressaltou o secretário lembrando que a meta do Governo é estruturar os núcleos industriais sempre visando a empregabilidade da população sul-mato-grossense.
Para isso Verruck afirmou que o Governo revisou toda a política de incentivos fiscais. “Isso permitiu que validássemos a industrialização. Em janeiro em 2015 fomos até a Coamo que depois veio instalou a indústria em Dourados. Assim também fizemos com a Inpasa, primeira de etanol de milho instalado em Dourados e que em breve será inaugurada”, acrescentou o secretário.
“Em 2015 foi tomada a decisão de definição de diretrizes de desenvolver uma era de industrialização. Mudamos a realidade deste Estado em termos de industrialização. Dourados é exemplo disso e vai receber muitos mais empreendimentos e investimentos maçicos.
Agregar valor a produção
A atração de investimentos privados para o Estado de Mato Grosso do Sul é uma política estratégica governamental desde 2015, capaz de promover a geração de empregos formais, diretos e indiretos, a dinamização das economias locais, a diversificação da matriz produtiva e o encadeamento da produção.
Verruck enfatiza que quando se pensa na agregação de valor a matéria prima, não se pode esquecer do investimento da indústria de alimentos Seara. O grupo está investindo R$ 1,2 bilhão na unidade industrial no município. “Esta será uma unidade referência de abate de suínos do mundo, e para isso vamos precisar de douradenses e mais de 2.500 pessoas para atender a mão de obra. Dessa forma Dourados caminha fortemente para a plena industrialização. Por isso fizemos a regularização das indústrias, para que possamos continuar atraindo novos empreendimentos.
Na avaliação de Verruck, a ideia de trocar “impostos por empregos” foi acertada, tanto que o arcabouço tributário do Estado foi modificado para torná-lo mais atrativo aos investidores, legislação essa inclusive copiada por outros Estados. “A nova política de benefícios fiscais tornou o Estado mais competitivo. Outros instrumentos de fomento aliaram-se no objetivo de desenvolver o Estado, com sustentabilidade, como os investimentos públicos em infraestrutura e o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) e um pacote de auxílio social para enfrentamento da pandemia (R$ 800 milhões).
“Atraímos investimentos em agroindústrias, inclusive através do fomento ao cooperativismo (um modelo que deu certo no sul do país), alterando a dinâmica de saída de grãos in natura para outros Estados ou para o exterior, a fim de industrializá-los em Mato Grosso do Sul, gerando valor agregado aos nossos produtos”, complementou. Fruto desta política, o Estado conseguiu atrair R$ 33 bilhões de investimentos privados, capazes de gerar 23 mil empregos diretos.
E esta é apenas uma parte deste desenvolvimento, avalia o secretário. “Muito mais está por vir. Estamos caminhando em tudo que pensamos para Mato Grosso do Sul. Percebemos que aquilo o que idealizamos no início do Governo, nós não sonhamos. Nós colocamos metas muito claras onde pretendíamos chegar. Por isso quero agradecer ao senhor pois vamos chegar ao final de 2022 com os melhores indicadores econômicos e sociais do País”, finalizou.
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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS