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Indústria: Coxim tem saldo positivo gerando 137 novas vagas de emprego

Em relação aos municípios, conforme ele constata-se que em 44 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período indicado, proporcionando a abertura de 5.470 vagas

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17 de outubro de 2014

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Ana Flávia Dorsa

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O setor industrial de Mato Grosso do Sul, composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, obteve, no período de janeiro a setembro deste ano, saldo positivo na contratação de trabalhadores em 118 atividades industriais, proporcionando a abertura de 6.439 vagas, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Coxim teve novas 137 vagas de trabalho geradas no mesmo período.
Entre as atividades industriais com saldo positivo de pelo menos 100 vagas destacam-se a fabricação de açúcar em bruto (+1.458), construção de rodovias e ferrovias (+975), construção de edifícios (+776), obras de terraplanagem (+271), instalações elétricas (+195), captação, tratamento e distribuição de água (+180), fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel (+173), fabricação de calçados de material sintético (+168), abate de suínos, aves e outros pequenos animais (+165), fabricação de amidos e féculas de vegetais e de óleos de milho (+116) e fabricação de alimentos para Animais (+102).
Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, por outro lado, no mesmo período, 97 atividades industriais apresentaram saldo negativo em Mato Grosso do Sul, proporcionando o fechamento de 5486 vagas. “Entre as atividades industriais com saldo negativo de pelo menos 100 vagas destacam-se obras de engenharia civil não especificadas anteriormente (-3.013), obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações (-281), fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes (-254), montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas (-180), fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico (-167), confecção de roupas íntimas (-109) e fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados (-105)”, enumerou.
Em relação aos municípios, conforme ele constata-se que em 44 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período indicado, proporcionando a abertura de 5.470 vagas. “Entre as cidades com saldo positivo de pelo menos 100 vagas estão Campo Grande (+1.274), Angélica (+745), São Gabriel do Oeste (+441), Itaquiraí (+320), Rio Brilhante (+320), Chapadão do Sul (+263), Aparecida do Taboado (+232), Maracajú (+184), Anastácio (+172), Fátima do Sul (+169), Nova Andradina (+164), Coxim (+137), Camapuã (+115) e Paraíso das Águas (+114), enquanto em 31 cidades as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando a fechamento de 4.517 vagas, sendo que entre elas estão Três Lagoas (-3.468), Iguatemi (-237), Porto Murtinho (-153) e Ribas do Rio Pardo (-152)”, detalhou.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS