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Índices de roubos e furtos em MS continuam em queda durante isolamento social

Os índices de criminalidade em Mato Grosso do Sul, como roubos e furtos, continuam em queda durante o período de isolamento social por conta da pandemia do coronavírus.

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3 de julho de 2020

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Silvio Andrade, Subcom

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Os índices de criminalidade em Mato Grosso do Sul, como roubos e furtos, continuam em queda durante o período de isolamento social por conta da pandemia do coronavírus. As medidas rigorosas de combate ao novo vírus adotadas pelo Governo do Estado, a partir de 9 de março, e a pronta ação policial, tem sido determinantes para redução dos crimes, tanto na Capital como no interior.

Levantamentos apresentados pela Superintendência de Inteligência de Segurança Pública (SISP) e pela Coordenadoria de Fiscalização e Controle, da Sejusp (secretaria estadual de Justiça e Segurança Pública), apontam que o número de furtos no Estado caiu 28,37%, entre março e junho, e no mesmo período, houve queda de roubos em 41, 24%. A violência doméstica também teve acentuada redução – 16,19%.

Para o governador Reinaldo Azambuja, a estatística demonstra a eficiência das medidas de enfrentamento ao novo coronavírus, adotadas pelo Estado com a adesão dos municípios, e a atuação exemplar das forças policiais na defesa da sociedade. “Temos uma das melhores policias do Brasil e os resultados apresentados durante a pandemia falam por todos nós, onde alguns números são expressivos e nos dão segurança”, disse o governador.

Investimentos em segurança

Reinaldo Azambuja também citou a decisão do Estado de pedir ao governo federal, ainda no início da crise de saúde pública (março), o fechamento das fronteiras de Mato Grosso do Sul com os países vizinhos – Paraguai e Bolívia. “São ações que deram eficácia ao controle da pandemia e redução da criminalidade, amparadas pelos investimentos do governo em segurança, aplicando mais de R$ 130 milhões no aparelhamento policial em cinco anos”, disse.

Conforme os números divulgados pela Sejusp, o número de furtos no Estado caiu de 11.171 para 8.002, no comparativo entre 9 de março a 28 de junho de 2019 e o mesmo período de 2020. Os roubos tiveram uma redução, de 2.381 para 1.399, enquanto as ocorrências de violência doméstica, de 5.745 para 4.815, no mesmo período.

Os índices de homicídio doloso (intenção de matar) se mantiveram (-0,79%), enquanto em Campo Grande teve um aumento de 137%. A Capital apresentou queda nas ocorrências de furtos (-26%) e roubos (-30,69%), enquanto no interior o comparativo em relação ao mesmo período de 2019 foi de, respectivamente, -30,12% e -49,95%. A violência doméstica também teve queda: -16,85%, em Campo Grande, e -15,84%, no interior.

Já as infrações às medidas sanitárias preventivas adotadas pelo Estado e Municípios, como não cumprimento do toque de recolher e proibição de eventos com aglomeração de pessoas, tiveram um saldo de 47.200%, entre março e junho deste ano. A maioria das ocorrências foram registradas no interior do Estado – 44.200% -, enquanto na Capital, 100%.

Ação policial mais integrada

Para o titular da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Campo Grande, delegado Reginaldo Salomão, a redução nos crimes de furto e roubo, incluindo latrocínio, já vinha apresentando redução nos indicadores desde 2018, e no período em que se instalou a pandemia em razão do Covid-19, os números se mostraram ainda mais acentuados, registrando queda expressiva.

Ao comentar os índices apresentados, o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Antônio Carlos Videira, ressaltou que a redução de crimes como roubos e furtos está diretamente relacionada às ações de prevenção e repressão das forças policiais, associadas às medidas de isolamento social. Disse que, ocupadas permanentemente, as residências passaram a ter um maior potencial de fiscalização, inibindo a ação dos bandidos.

“Com as pessoas se resguardando em casa, as forças policiais puderam otimizar suas ações na prevenção e combate a outros crimes, atuando e se empenhando também no combate ao vírus”, disse o secretário. Ele citou ainda o foco no trabalho de inteligência, aumento do policiamento preventivo e ostensivo nas principais vias e, sobretudo, os investimentos do Governo do Estado na capacitação, integração e reaparelhamento da polícia.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

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4 de junho de 2026

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal