quinta, 04 de junho, 2026
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A celeridade na imunização e as ações do Governo do Estado em parceria com os municípios no enfrentamento a Covid-19 em Mato Grosso do Sul dão indícios de melhora no cenário pandêmico. Durante a live desta segunda-feira (21), o secretário de saúde, Geraldo Resende demonstrou otimismo ao analisar alguns indicadores da Covid-19 em Mato Grosso do Sul.
“Temos alguns sinais de que a doença começa a ter um decréscimo significativo em Mato Grosso do Sul. Isso não é para baixar a guarda. Isso é fruto de diversas ações do Estado e dos municípios, entre elas a imunização”. A afirmação leva em conta o decreto e as medidas até mais rigorosas adotadas por alguns gestores municipais e que já impactaram nos dados da semana epidemiológica 24 que compreende o período de 13 a 19 de junho.

“Os números já indicam um decréscimo da doença. Entre a semana 23 e 24 houve um decréscimo de mais de 2 mil casos da evolução da média móvel. Temos também um decréscimo de casos diários dos últimos 21 dias. Temos um decréscimo das internações hospitalares, principalmente nos municípios do interior. Até a fila de espera por um leito, temos uma ligeira queda. A longa fila de espera persiste em Campo Grande com 104, sendo 96 da capital. A taxa de contágio também começa a decrescer. De 1,06 foi para 1,04”, pontuou Resende destacando o contentamento com os municípios que cumpriram com o decreto que tem vigência até quarta-feira (24).

Boletim epidemiológico
Nesta segunda-feira (21) a Secretaria de Estado de Saúde (SES) registrou 606 novas infecções por Covid em Mato Grosso do Sul. Os municípios com maior número de positivos são: Campo Grande (+306), Maracaju (+34), Corumbá (+30), Água Clara (+23) e Bataguassu (+22).
Geralmente após feriados e finais de semana a atualização de novos casos geralmente é “baixa” devido ao número reduzido de equipes nos municípios. Para um dado mais próximo da realidade, a média móvel mostra que o Estado confirmou 1.407 novos casos por dia na última semana.
O número de pacientes internados continua em elevação. Conforme dados oficiais apresentados no boletim desta segunda-feira, ao todo 1076 sul-mato-grossenses estão internados em leitos clínicos (529) e de Unidade de Terapia Intensiva (547).
Já a fila de espera por um leito conta com 113 pessoas. Sendo, 104 na Central de Regulação de Campo Grande, 2 na de Dourados e 7 na Central do Estado.

Nas últimas 24 horas o número de pacientes que não resistiram às complicações da doença foi de 21 em todo Estado. Sendo 6 que residiam em Campo Grande e 2 em Ribas do Rio Pardo. Água Clara, Amambai, Aquidauana, Cassilândia, Chapadão do Sul, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Itaporã, Jardim, Miranda, Ponta Porã e Sidrolândia registraram um óbito cada.
Em média, 44,3 pacientes morreram por dia na última semana. O acumulado de mortes pela doença desde março de 2020 já chega a 7.826. A taxa de letalidade está em 2,4% em Mato Grosso do Sul.
Vale ressaltar que Mato Grosso do Sul conta com 6.793 casos sem encerramento pelos municípios, e outras 3.469 amostras em análise pelo Lacen e laboratórios parceiros.
Desde o início da pandemia, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) já contabiliza 324.299 casos positivos para a Covid-19 nos 79 municípios, dos quais 7.826 casos evoluíram para óbito. Confira aqui o detalhamento o boletim epidemiológico desta segunda-feira, 21 de junho.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS