quarta, 03 de junho, 2026
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Casal de 25 e 27 anos passou por momentos de terror na madrugada desta segunda-feira (31), no bairro Jardim Leblon, em Campo Grande, após terem a casa incendiada e destruída por completo. A residência foi alvo de incêndio criminoso e restaram apenas 15 filhotes de cães.
Ao Campo Grande News, a médica veterinária Kahena Reverdito, de 27 anos, contou que estava dormindo com o marido, quando os cachorros da família, da raça husky siberiano, começaram a latir sem parar. “A gente acordou com o latido dos cachorros e eu pensei ‘nem vou sair lá fora, vou esperar um pouquinho, porque pode ser alguma coisa passando na rua’”, disse.
Porém, após 10 minutos, o marido dela ficou intrigado com a situação e decidiu levantar para ver o que estava acontecendo. Da janela da sala, viu quando dois homens segurando galões de gasolina jogaram o combustível sobre o carro e a moto do casal que estavam estacionados na garagem.
Ao ver a situação, começou a gritar “não coloca fogo não, tem criança em casa. Não coloca fogo”. Apesar do pedido, os suspeitos ignoraram e, antes de incendiar os veículos, um deles empurrou o carro até a porta da sala, com a intenção de impedir a saída da família da residência.
“Acredito que queriam queimar a gente vivo. Não sabiam que tinham uma porta na lateral da casa, porque a porta fica escondida. Quando o carro encostou na parede da casa, já começou a pegar fogo. Foi coisa de minutos”, contou.
Com as chamas cada vez mais altas, o casal conseguiu apenas pegar a filha de 1 ano e saíram em meio ao fogo. Apesar de o Corpo de Bombeiros ter sido acionado, quando a equipe chegou, nada pôde ser feito pela casa, que já estava sendo consumida pelas chamas.
Na residência, também funcionava um pet shop de propriedade da mulher, que acabou destruída por completo. No quintal, estava o casal de cachorros com 16 filhotes. Um deles acabou inalando muita fumaça e não sobreviveu. O restante foi socorrido com vida pelos brigadistas.
À polícia, a vítima contou que recentemente teve uma discussão com o atual marido da ex-mulher, mas que não sabe se esse foi o real motivo de o incêndio ter sido provocado.
A perícia esteve na casa na manhã de hoje e realizou trabalhos para colher provas contra os suspeitos, que ainda não foram identificados e localizados.
Passado o susto, a família ainda não sabe como se reerguer e, nos próximos dias, deve ficar em casa de familiares. Além disso, afirmam aceitar doações de todos os tipos de materiais. O caso segue sendo investigado.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS