quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Geral

A+ A-

IFMS atualiza diretrizes para o retorno das atividades presenciais

Icone Calendário

6 de setembro de 2021

Icone Autor

Luma Danielle Centurion - EDIÇÃO MS

Continue Lendo...

O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) publicou nesta sexta-feira, 3, a nova versão das Diretizes para Atividades Presenciais na Pandemia, cuja função é nortear as unidades da instituição quanto ao retorno gradual das atividades presenciais no contexto da pandemia de Covid-19.

O documento, que está na terceira atualização, encontra-se disponível na página IFMS contra o coronavírus.

A principal alteração está na Tabela 1 (pág. 6), que nesta nova versão das diretrizes estabelece quais os percentuais máximos de ocupação permitidos, de acordo com a faixa em que o município se encontra no Mapa Prosseguir, elaborado pelo Governo do Estado e atualizado a cada 15 dias.

"Essa alteração foi proposta porque, com a vacinação de profissionais da educação e estudantes, e com os municípios onde o IFMS tem campus fora da faixa cinza, de grau extremo, já é possível retomar de forma gradual atividades que não possam ser oferecidas de forma remota, entre outras, observadas as medidas de biossegurança previstas no próprio documento", explica Pedro Rissato, diretor de Gestão de Pessoas e presidente da comissão responsável por elaborar as diretrizes.

No Mapa Prosseguir com vigência até 8 de setembro, cinco municípios onde o IFMS tem campus estão na faixa vermelha, considerada de grau alto para os riscos de transmissão da Covid-19: Campo Grande, Coxim, Jardim, Naviraí e Ponta Porã. Outros quatro encontram-se na classificação laranja, de grau médio: Aquidauana, Corumbá, Dourados e Nova Andradina. Apenas Três Lagoas está na faixa amarela, de grau tolerável.

A nova versão das diretrizes estabelecem que os campi podem organizar escalas de revezamento para entrada e saída de estudantes e servidores respeitado o percentual de ocupação de até 30% (faixa vermelha), 50% (faixa laranja) e 70% (faixa amarela), de acordo com a cor em que o município estiver no Mapa do Prosseguir.

A decisão sobre retomar ou não as atividades presenciais de forma gradual cabe a cada diretor-geral de campus e à reitora Elaine Cassiano, no caso da reitoria. É o que estabelece a última decisão do IFMS sobre o tema.

Estratégias - As diretrizes também sugerem estratégias para que os dez campi e a reitoria do IFMS organizem o retorno gradual das atividades presenciais.

Dentre as ações sugeridas estão a realização de um diagnóstico da infraestrutura física das unidades para atendimento ao protocolo sanitário; verificação se há insumos necessários para a retomada e, se necessário, adquiri-los; levantamento de servidores e estudantes em situação de risco e o índice de imunização, entre outras.

"A retomada gradual das atividades presenciais no IFMS será feita de forma planejada e baseada em critérios científicos. A comissão e o comitê responsáveis por acompanhar a situação da pandemia reúnem-se periodicamente para avaliar o cenário. Nossa prioridade é voltar às atividades presenciais com segurança", afirma Pedro.

O documento sugere também que as unidades criem indicadores com base na taxa de transmissão comunitária, redução do número de óbitos, taxa de ocupação de leitos de UTI reservados para Covid-19 e índice de imunização de servidores e funcionários terceirizados.

As diretrizes estabelecem quatro fases nas quais as unidades podem se enquadrar:

1ª Fase - Atividades Não Presenciais

2ª Fase - Retomada

3ª Fase - Regime de Oferta Mista

4ª Fase - Aulas Presenciais

Para cada fase do processo de retomada das atividades presenciais, o documento sugere um conjunto de atividades que podem ser desenvolvidas.

Biossegurança - As diretrizes também orientam sobre as medidas de biossegurança que as unidades devem adotar, no contexto da retomada gradual das atividades presenciais.

Entre as medidas citadas no documento estão a flexibilização da jornada de trabalho, evitando concentração de pessoas em um único turno, e a restrição da entrada de visitantes nos ambientes das unidades, entre outras.

Para a retomada gradual das atividades presenciais, o IFMS vem adquirindo materiais e equipamentos de biossegurança. Recentemente, foram encaminhadas aos campi remessas de álcool 70º, dispensers para desinfecção das mãos, termômetros, oxímetros e faixas para delimitar o distanciamento entre as pessoas. E já foi iniciado também o processo para a aquisição de máscaras, que serão distribuídas aos estudantes e servidores.

As diretrizes foram elaboradas pela Comissão de Organização de Campanhas de Conscientização dos Riscos e Medidas de Prevenção ao Coronavírus, com a colaboração do Comitê de Biossegurança do IFMS.

Dúvidas e pedidos de informações devem ser encaminhados ao e-mail [email protected].

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

Continue Lendo...

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

Continue Lendo...

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS