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IFMS abre consulta sobre Política de prevenção e enfrentamento ao assédio

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1 de setembro de 2021

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Cleyton Lutz-IFMS

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O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) está com participação aberta à minuta da “Política de prevenção e enfrentamento ao assédio moral e sexual”. As contribuições podem ser feitas por estudantes, servidores e público externo até 13 de setembro. 
A minuta dispõe sobre a prevenção, registro e trâmite de denúncias, bem como o acolhimento da/do denunciante. Nela estão descritas:
•    situações que podem configurar assédio moral;
• situações que podem configurar assédio sexual;
• como será implementada a política na reitoria e nos campi;
• medidas de prevenção;
• procedimentos para acolhimento dos envolvidos; e
• punição à prática de assédio moral e sexual.
A consulta é de responsabilidade de uma comissão institucional designada para essa finalidade. A presidente da comissão, Taline Costa, que atua como psicóloga na instituição, explica que política surgiu da necessidade de esclarecer o caminho a ser seguido após a denúncia, bem como prestar o acolhimento aos denunciantes. 
A minuta  foi elaborada pela comissão, passando pelo Colégio de Dirigentes (Codir) do Instituto Federal, e chegando aos campi. As sugestões apresentadas foram recebidas e ainda houve prazo superior a um mês para contribuições coletivas de diferentes categorias (docentes, técnico-administrativos e movimento estudantil). 
“Uma política como esta é um marco pois define o olhar institucional para o tema que é de enfrentamento, define os procedimentos a serem seguidos e norteia a instituição em seu papel de formação e conscientização a respeito”, destaca Taline. 
“A política foi criada pelas necessidades apresentadas pela nossa comunidade, dessa forma a participação dela é imprescindível, pois garante que de fato a normativa reflita as demandas que enfrentamos”, complementa. 
Como participar – O formulário para participação está disponível na página de Enfrentamento ao Assédio, no espaço para participação social dentro do IFMS. 
Ao acessar o link para contribuições, é necessário informar o número do CPF. Depois veem o preenchimento dos dados de identificação (nome, e-mail, município e relação com a instituição), todos são obrigatórios. 
Antes de contribuir, é possível ver ou baixar a minuta. Na sequência é a vez de contribuir informando a ação (adição ou remoção de item), número da página, item e descrição, além da justificativa, que deve ter no máximo três mil caracteres. 
A garantia de participação é o recebimento do protocolo, portanto, caso não receba o e-mail de confirmação com os dados e o número de protocolo, é necessário entrar em contato através do correio eletrônico abaixo. 
No endereço www.ifms.edu.br/noticias/2021/aberta-consulta-sobre-politica-de-prevencao-e-enfrentamento-ao-assedio estão disponíveis ainda o regulamento e a legislação utilizada para embasar a minuta. 
Realização – A operacionalização da consulta é responsabilidade da Comissão do Regulamento de Prevenção e Enfrentamento aos Assédios Moral e Sexual, composta por servidores do Instituto Federal e membros do Conselho Superior (Cosup) da instituição. 
A compilação e resposta às contribuições também será elaborada pela comissão, levando em consideração aspectos técnicos e legais. O relatório dos trabalhos, bem como os documentos elaborados, serão apresentados à Diretoria de Gestão de Pessoas (Digep) do IFMS até o mês de outubro. 
Após a verificação, os membros representantes do Cosup deverão relatar o processo para avaliação do colegiado. 
O contato com a comissão pode ser feito pelo e-mail [email protected].

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS