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Hospital de Coxim ainda está carente de médicos especialistas

Para Ferreira, o grande desafio é cobrir os altos salários que os médicos de fora desejam para estarem no interior, e que tal condição impede o acolhimento de novos profissionais

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16 de junho de 2015

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Ana Flávia Dorsa

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A saúde de Coxim já enfrentou muitas dificuldades. A população outrora ansiava por um hospital, aí quando se pensava que a situação iria se resolver com a construção do Hospital Regional Álvaro Fontoura, este demorou oito anos até ser inaugurado. 
Depois de inaugurado, veio mais dificuldades, inicialmente o desafio era trazer os profissionais para trabalhar na cidade, foram muitos tramites e negociações para que ele desse início.
Alguns profissionais se estabeleceram e ainda estão em Coxim, dando o suporte que tanto necessitava a cidade, outros por diversos motivos como salário, desentendimentos de ordem profissional com o município e estrutura de trabalho decidiram ir embora. Parte dos médicos que já estavam na cidade preferiram trabalhar nesta nova oportunidade, outros ficaram apenas em seus consultórios.
Mas diante de tantos empecilhos o que mais acentua a situação é que a população vive no aguardo de poder contar com uma saúde completa, que a atenda verdadeiramente. Mas parece que este patamar está muito longe de ser alcançado.
Em entrevista exclusiva, o diretor do Hospital de Coxim, Marcelo Cesar de Arruda Ferreira, desabafou sobre a situação dos atendimentos da Fundação de Saúde. “Temos carência de profissionais. Não posso esconder a situação do Hospital, o município está ciente e o Estado também”
Conforme o diretor, o Hospital conta com 1 pediatra, 1 anestesista, 1 ortopedista que trabalham sobre regime de escala de plantões. Esses profissionais não trabalham 24horas por dia, 30 dias no mês. Ou seja, eles tem seus momentos de folga que lhe são direitos, porém o Hospital fica com janelas abertas no quesito presença de profissional especialista”, relatou o diretor.
Os especialistas não ficam dentro do Hospital, não atendem no Pronto Socorro, eles atendem sobre o regime de sobreaviso, portanto há escalas de plantão, e com as folgas elas ficam sem médicos em alguns períodos. 
“Estamos na expectativa desde janeiro, desde o pré e o pós Caravana da Saúde realizada pelo governo na cidade de Coxim. Estamos esperando alguém reagir e propor algo que atenda a saúde da cidade. Neste fim de semana, por exemplo, estávamos sem ortopedista, pois sua escala foi cumprida durante a semana”, explicou. 
Para Ferreira, o grande desafio é cobrir os altos salários que os médicos de fora desejam para estarem no interior, e que tal condição impede o acolhimento de novos profissionais.  “Perdemos grandes profissionais no Hospital porque não tínhamos o recurso necessário e disponível para atender sua especialidade e seu contrato”, finaliza o diretor. 
Nota da Redação: Vendo tudo isso é que notamos o absurdo que o governo federal está fazendo.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS