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Homens executam dono de conveniência a tiros

Assassinos estavam em Fiat Palio, eles abandonaram e incendiaram o veículo após crime

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4 de outubro de 2022

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Ana Oshiro, Bruna Marques e Mariely Barros/campograndenews

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Conhecido como "Luquinhas", o dono de uma conveniência na Avenida Guaicurus, no Universitário, em Campo Grande, foi assassinado com pelo menos quatro tiros na madrugada desta terça-feira (4). Ele foi identificado como Lucas Andrade Menezes e tinha 27 anos.

De acordo com moradores da região do crime, por volta de 23h30 disparos foram realizados. "Ouvi uns dez tiros, cheguei a achar que fosse fogos de artifício, por causa da quantidade, mas pelo barulho deu pra perceber que eram disparos mesmo", disse um pedreiro de 38 anos que mora próximo ao local.

Com medo, nenhum dos vizinhos quis se identificar, mas disseram que "Luquinhas" era tranquilo e nunca tiveram problemas com ele. "No fim de semana a conveniência enchias bastante, mas nunca a ponto de incomodar. Eu tava dormindo já, acordei com o barulho dos tiros, mas fiquei com medo e não fui ver o que era", contou uma aposentada que mora perto do estabelecimento.

Conforme apurado pelo repórter, Lucas foi morto por dois homens em um Fiat Palio bege, eles pararam na frente do local e dispararam cerca de 20 tiros na direção de Lucas, em seguida fugiram em direção ao Conjunto Residencial Recanto dos Rouxinóis. A perícia criminal encontrou 28 estojos de munição 9mm e cinco projeteis.

Horas após o crime, o carro foi encontrado pela polícia abandonado e incendiado na Rua Filomena Segundo Nascimento, no Jardim Itamaracá. Moradores contaram à polícia que o veículo foi abandonado por um homem só, ele desceu do carro, colocou fogo e foi embora. O veículo foi apreendido e encaminhado para a 4ª Delegacia de Polícia Civil.

Lucas chegou a ser socorrido por familiares para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Universitário, mas não resistiu e morreu às 00h58. Na conveniência há marcas de tiros na porta, parede e portão, além de manchas de sangue lavadas na calçada. No local há câmeras de seguranças que podem ter registrado toda a ação.

Até o momento não há informações se algum envolvido foi identificado e preso, assim como não há detalhes sobre a motivação do crime. Equipes da Polícia Milita e GOI (Grupo de Operações e investigações) realizam buscas para identificarem e prenderem os assassinos.

Investigado - Lucas era investigado por matar o jovem porteiro Igor Pereira de Faria Duarte, que tinha 24 anos, na noite de 25 de dezembro de 2019. Segundo o depoimento de Lucas na época, ele matou Igor depois de um desentendimento por causa de uma dívida de R$ 200 que o porteiro tinha na conveniência.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS