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Homem acusado de duplo homicídio, apropriação indébita e estelionato em Juara é absolvido em Júri

Inocente

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23 de agosto de 2016

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Show de Noticias

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Daniel Sarmento da Silva, que morou em Juara na década passada e foi acusado de se passar por pastor evangélico e usar dessa função para explorar idosos e apropriar-se indevidamente de valores dessas pessoas e dos homicídios contra o senhor João Buono e sua esposa Maria dos Reis Rodrigues, brutalmente assassinados na noite do dia 19 de setembro de 2007, em uma chácara próximo ao Parque Kennedy, crime que chocou a cidade, foi absolvido em Júri Popular realizado nessa segunda-feira, 08 de agosto.

Desaparecido de Juara, Daniel foi considerado foragido da justiça, teve a prisão preventiva decretada, em 2011 foi preso em Mato Grosso do sul e permaneceu segregado por 10 meses na cadeia local.

O Júri Popular teve como acusação o Ministério Público e na defesa a defensora pública substituta, Regiane Iara Isnidarsis, que, em entrevista exclusiva ao Show de Notícias, disse que foi um júri tranquilo e que, em análise do processo, não houve provas que comprovassem as acusações contra o seu assistido.

Regiane explicou que o próprio representante do Ministério Público pediu a absolvição de Daniel, que saiu do fórum em liberdade, junto com a esposa, a defensora e uma amiga.  
Daniel também falou com exclusividade ao Show de Notícias, disse que a verdade foi restabelecida, que esperou por isso, que sofreu muito e teve muitas consequências negativas em sua vida. “Deus é a justiça e o sol da justiça desceu sobre esse tribunal”. Disse Daniel.
O absolvido também fez questão de destacar e agradecer o belíssimo trabalho da defensora pública, que contribuiu muito para que fosse provada a sua inocência.

Veja as acusações contra Daniel, que constam nos arquivos do Site Show de Notícias:

Nas primeiras horas seguidas ao duplo assassinato do senhor João Buono, morto por hemorragia,  diversas facadas e um tiro na cabeça e sua esposa Maria dos Reis, morta com um tiro nas costas, ocorrido em 19 de setembro de 2007, a polícia trabalhou com a hipótese de ter sido o neto do senhor do ancião o autor do crime, mas, a família e alguns amigos, começaram uma investigação paralela e chegaram a um suposto pastor, que se identificava com o nome de Daniel Sarmento da Silva, que teve uma rápida passagem por Juara e saiu acusado de ter praticado vários atos negativos.

Depois de fazer a autopsia nos corpos do senhor João Buono e de sua esposa Maria dos Reis, médico legista José Carlos Braga Neto, concluiu que a morte do ancião foi causada por hemorragia, devido aos ferimentos sofridos na região clavicular.

José Carlos disse que João Buono sofreu diversas facadas pelo corpo. Só na região clavicular foram 07 perfurações, sendo que uma delas cortou do ombro até a orelha, causando um corte de 12 cm que atingiu as artérias e por isso a enorme quantidade de sangue perdida pela vítima, o que teria causando-lhe a morte.

Buono foi ferido ainda, com um tiro a queima roupa no rosto, disparado de revólver calibre 32, a bala se alojou próximo ao crânio, mas não foi o causador da sua morte.  Já a senhora Maria foi alvejada por apenas um tiro que atingiu a sua região lombar na altura do ombro, que lhe perfurou os dois pulmões, matando-a no local. O tiro teria sido disparado pelas costas, dando a entender que ela tentou fugir, e por isso foi morta.

Outras acusações:

Segundo informações de membros da igreja em que Daniel frequentava e se dizia pastor, ele tinha um grande poder de persuasão, conseguia iludir a todos com a sua postura de bom moço, pregador da “Palavra de Deus” e com isso foi lesando um por um.

Nas informações colhidas pelo Show de Notícias na época, Daniel sempre dizia que estava esperando a chegada de dinheiro e que queria comprar terras na região. Com isso teria conseguido fazer o verdadeiro pastor da igreja comprar um carro para ele, gastou mais de R$ 30 mil na praça em peças, moveis e outros objetos e ainda desapareceu com o carro e um teclado musical da igreja.

Uma senhora que conviveu com ele na igreja, disse na oportunidade para nossa reportagem, que foi enganada pelo suposto pastor, que, chegou a denunciá-lo para a polícia civil por tentativa de estupro contra sua filha de 13 anos e que ainda foi lesada em R$ 280 com a estória de que iria lhe dar uma quantia de R$ 80 mil.

Daniel não foi julgado pela suposta acusação de tentativa de estupro, que não constaram nos autos.

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS