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Historicamente crítico, período de Carnaval acende alerta máximo no Hemosul

Historicamente crítico para os centros de hematologia País afora, o período de Carnaval derruba em até 30% a quantidade de doações de sangue em Mato Grosso do Sul.

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1 de março de 2019

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Subcom

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Historicamente crítico para os centros de hematologia País afora, o período de Carnaval derruba em até 30% a quantidade de doações de sangue em Mato Grosso do Sul. Por esse motivo, o Hemosul Coordenador, que fica em Campo Grande, convoca a população para contribuir com doações que salvam vidas.
Em 2019, especificamente, três fatores preocupam os gestores do Hemosul, explica a coordenadora técnica da instituição, Marina Sawada. “Além das viagens e ingestão de bebidas alcoólicas, comuns nesta época do ano, tem a questão das chuvas, que atrapalham o movimento de doadores”, revela.
Segundo Marina, as fortes chuvas desta semana já refletiram negativamente na quantidade de doações. “Na terça-feira (19.2) foram 104 doadores. Ontem, caiu para 89. Exatamente, por isso, a preocupação com o Carnaval aumenta. Precisamos de uma média de 180 doações diárias para atender períodos prolongados de feriados”, afirma.

Estoque crítico
Todos os hospitais públicos e privados do Estado são atendidos pela Rede Hemosul. Atualmente, o estoque de sangue do tipo O negativo está crítico. Mas a rede alerta para a doação de todas as tipagens sanguíneas. “Nossa demanda principal é de plaquetas, que têm validade de cinco dias. Temos muitos pacientes hematológicos, oncológicos e com dengue hemorrágica para atender”, diz Marina. 

Atendimento

A Hemorrede de Mato Grosso do Sul funcionará em horário especial no período 1° a 6 de março. Localizado na avenida Fernando Corrêa da Costa, 1304, o Hemosul da Capital atenderá nesta sexta-feira (1°.3) das 7h às 17h.

No sábado (2.3) e na segunda-feira (4.3) o horário será reduzido: das 7h às 12h; domingo (3.3) e terça-feira (5.3) não terá expediente. Na quarta-feira (6.3) o horário de atendimento será das 13h às 17h.

Como doar

Para doar sangue é preciso seguir algumas regras: estar munido com documento oficial com foto, como a carteira de identidade ou de motorista.

Os doadores precisam ter de 16 a 69 anos. Há uma ressalva para quem tem 16 e 17 anos: o menor de idade tem que estar acompanhado de pai ou mãe ou responsável legal, ou então pode retirar na unidade de doação um modelo de declaração (também disponível no site), levar para mãe, pai ou responsável legal assinar e, então, reconhecer firma desta assinatura. Se o menor de idade for emancipado pode ir sozinho ao Hemosul e apresentar o documento de emancipação. Se for casado, levar a certidão de casamento que já é suficiente para a liberação.

Embora a lei permita a doação de pessoas abaixo de 50 Kg, a Rede Hemosul reserva-se o direito de aceitar apenas doadores com 55 kg ou mais, para a melhor utilização do sangue coletado e segurança do doador.

O doador deve estar bem alimentado para doar sangue. Não se pode doar sangue em jejum. Mas deve-se evitar alimentos com excesso de gordura quando for realizar a doação. É recomendado alimentação saudável.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS