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Governo vai montar dez carretas para realizar mutirões de saúde

De acordo com o cronograma preestabelecido pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), a microrregião de Coxim, que engloba quatro municípios da região Norte, será a primeira a receber a ação no dia 29 de março

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25 de fevereiro de 2015

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Cerca de dez carretas serão transformadas em unidades hospitalares móveis para atender a população sul-mato-grossense durante as ações do mutirão da saúde. De acordo com o cronograma preestabelecido pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), a microrregião de Coxim, que engloba quatro municípios da região Norte, será a primeira a receber a ação no dia 29 de março.
De acordo com o secretário estadual de Saúde, Nelson Tavares, as unidades darão suporte na realização de cirurgias ortopédicas, oftalmológicas, cirurgias gerais e ginecológicas. Os atendimentos também serão feitos no Hospital Regional do município. Ao todo cerca de 300 profissionais estarão envolvidos e a expectativa é que cerca de três mil pessoas sejam atendidas no dia da ação.
Tavares ressalta que a implantação dos mutirões será um passo importante para a reestruturação e fortalecimento da saúde do Estado.
“Os mutirões têm como objetivo a reestruturação da rede em suas 11 microrregiões de saúde. Temos um passivo cirúrgico, que engloba ortopedia e oftalmologia, onde a rede pública não tem condições de suprir. Os mutirões servirão para diminuir este cenário tanto nos municípios pólo e macrorregiões”, destacou.
Tavares lembra que apesar da ação está prevista para acontecer somente no próximo mês, equipes da SES já estão no município auxiliando na capacitação dos profissionais que irão atuar de maneira mútua durante o mutirão, com o objetivo de reduzir o déficit de atendimento.
“Vamos trabalhar para reduzir o déficit de atendimento seja ele de baixa ou média complexidade, monitorando a redução das filas e desse momento em diante evitar que elas voltem a se formar”, disse o secretário.
Para o secretário de Saúde, o Governo do Estado terá uma participação mais ativa nas ações em saúde, atuando não apenas como gestor, mas também como um co-responsável pelas condições em que se encontra.
“Estamos lidando com um cenário de municipalização da saúde onde o Governo Federal recuou e o Governo do Estado de certa forma acabou se acomodando. A nossa intenção e a principal meta do atual governo é retomar a posição de co-responsável em assistência. Já estamos em conversa com os municípios para destacar este compromisso no trabalho conjunto para a saúde”, finalizou.
Apoio - A microrregião de Coxim é composta pelos seguintes municípios: Alcinópolis, Pedro Gomes, Rio Verde De Mato Grosso e Sonora, além de Coxim que é a sede da microrregião. No total são cerca de 80 mil pessoas que serão beneficiadas com essa ação em conjunta entre o governo do Estado e a Prefeitura de Coxim por meio da Secretaria Municipal de Saúde.
De acordo com o cronograma, as visitas continuam mensalmente nos seguintes municípios: Ponta Porã, Paranaíba, Nova Andradina, Aquidauana, Campo grande, Três Lagoas, Dourados, Corumbá, Naviraí e o município de Jardim, encerrando o cronograma de visitas.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS