quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Geral
O governador Reinaldo Azambuja explicou que todas as pessoas precisam participar ficar atentas aos sinais e denunciar casos de violência sexual e que a campanha só terá resultado com a participação da comunidade.
19 de outubro de 2021
Paulo Fernandes, Subcom
Com o objetivo de mobilizar toda a sociedade, o Governo do Estado lançou, nesta terça-feira (19), uma campanha educativa de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. A iniciativa é feita em parceria com a Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública e Assomasul, além de outras entidades e órgãos que integram a rede de proteção às crianças e adolescentes. O lançamento foi feito no auditório da governadoria, com transmissão ao vivo pela internet.
O governador Reinaldo Azambuja explicou que todas as pessoas precisam participar ficar atentas aos sinais e denunciar casos de violência sexual e que a campanha só terá resultado com a participação da comunidade. “Setenta por cento dos casos de abuso contra crianças e adolescentes ocorrem dentro das casas que elas moram e 85% são praticados por parentes ou pessoas muito próximas. É algo extremamente preocupante. Então, é importante o engajamento de toda a sociedade para denunciar através do Disque 100 e a especialização das nossas polícias para punir esse agressor. Quando você faz uma campanha, você faz o chamamento da sociedade porque não basta só o Governo trabalhar essas ações. Precisamos de uma conscientização de toda a sociedade”, afirmou.
Além do telefone 100 as denúncias podem ser feitas on-line por meio do site pc.ms.gov.br. Conselhos Tutelares, Defensoria Pública e Ministério Público também podem receber denúncias de violência sexual contra crianças, assim como órgãos da rede socioassistencial (Cras e Creas). E em casos de urgências e emergências, quando a violência estiver acontecendo, é preciso ligar para o telefone 190 para chamar a Polícia Militar.
Para a prevenção aos crimes é importante saber sempre onde e com quem as crianças e adolescentes estão; ensiná-los a não aceitar convites, dinheiro, comida e favores de estranhos, especialmente em troca de carinho; sempre acompanhá-los em consultas médicas; conversar com os filhos e criar um ambiente familiar tranquilo; conhecer seus amigos, principalmente os mais velhos; supervisionar o uso da internet (Facebook, Twitter, chats etc); e orientar os filhos a não responderem e-mails de desconhecidos, muito menos enviarem fotos, fornecerem dados (nome, idade, telefone, endereço, etc.) ou, ainda, informarem suas senhas da internet a outras pessoas.
Entre os sinais que podem indicar abuso sexual infantil estão: queda do rendimento escolar; mudanças de comportamento e enfermidades psicossomáticas (problemas de saúde, sem aparente causa, como dores de cabeça, erupções na pele, vômitos e dificuldades digestivas).
O secretário Eduardo Riedel (Infraestrutura), que também é presidente do programa Prosseguir, acrescentou que, além da campanha, é importante o trabalho contínuo de todas as instituições que integram a rede de proteção às crianças e adolescentes. “Mais importante que a campanha é a transversalidade das ações e o trabalho permanente de todas as instituições”.
Também participaram do lançamento o deputado estadual Herculano Borges (autor da lei que instituiu a campanha Maio Laranja); a subsecretária Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres, Luciana Azambuja; a coordenadora da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul, Desembargadora Elizabete Anache; o presidente da Assomasul, prefeito Valdir Junior; e os secretários Flavio Cesar (Governo e Gestão Estratégica), Maria Cecília Amendola da Motta (Educação) e João Cesar Matto Grosso (Cidadania e Cultura), entre outras autoridades.
Campanha foi lançada nesta terça-feira
Intenção é mostrar que violência sexual é crime
Governador destacou importância de denunciar abusos
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS