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Geral
A segurança nas escolas foi pauta de uma grande reunião com a presença do vice-governador José Carlos Barbosa e do secretário de Estado de Educação, Hélio Daher, nesta terça-feira (18), em Brasília (DF).
19 de abril de 2023
Com informações Agência Brasil / Clóvis de Oliveira, Vice-governadoria-msgov)
A segurança nas escolas foi pauta de uma grande reunião com a presença do vice-governador José Carlos Barbosa e do secretário de Estado de Educação, Hélio Daher, nesta terça-feira (18), em Brasília (DF).
Após as medidas emergenciais já adotadas pelo governo federal, representantes dos três poderes e autoridades de diversos setores se encontram no Palácio do Planalto para buscar formas de prevenir e enfrentar a violência nas escolas com foco no combate ao discurso de ódio.
Uma das medidas emergenciais já tomadas foi do Ministério da Justiça, que liberou R$ 150 milhões para ações de segurança escolar, como as rondas policiais. A pasta também publicou uma portaria que responsabiliza as plataformas digitais pela circulação de conteúdos com apologia à violência nas escolas.
Já um decreto presidencial criou o Grupo de Trabalho Interministerial, coordenado pelo Ministério da Educação. O grupo, que já se reuniu duas vezes, tem 90 dias para levantar políticas de prevenção e enfrentamento à violência nas instituições de ensino.
“A participação foi muito importante, principalmente pelo alerta de que precisamos ter famílias mais analógicas, menos digitais, onde os pais conheçam os filhos que têm e possam estabelecer uma nova relação de valores”, avaliou o vice-governador.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse no encontro - que reuniu governadores, prefeitos, dirigentes de entidades municipais, Senado e Judiciário -, que há predominância na pregação da violência no ambiente da internet, que a sociedade e as famílias devem assumir a responsabilidade pelo processo educacional de crianças e adolescentes. Ele defendeu que as plataformas digitais devem ser responsabilizadas pelo conteúdo que ajudam a disseminar.
"No caso de Mato Grosso do Sul, mostramos que desde 2017 o Estado vem adotando programas inovadores, como o ‘Escola Segura, Família Forte’, cujos resultados demonstram sucesso, tanto do ponto de vista de segurança como do aprendizado na sala de aula”, disse Barbosinha.
“Atuamos junto aos prefeitos e secretários de Educação envolvidos nesse debate para que estejam alertas. Nossas forças de segurança e os órgãos de controle estão preparados para atuar, monitorar as redes sociais, mas a família também precisa acompanhar os filhos nessa ação”, acrescentou o secretário Hélio Daher.
“A escola como ambiente de aprendizado e interação exige o comportamento adequado de todo o conjunto familiar. Políticas públicas impõem mais investimentos na educação, no social e na saúde pública, além da própria segurança”, concluiu o vice-governador, que reforçou a importância da participação dos ministros da Educação, Camilo Santana e da Segurança, Flávio Dino, para apresentar as propostas do Governo Federal nas áreas.
Fomento
O governo federal também anunciou um programa de fomento para implementação de ações integradas de proteção ao ambiente escolar. As medidas somam R$ 3,115 bilhões para infraestrutura, equipamentos, formação e, principalmente, apoio e implantação de núcleos psicossociais nas escolas.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS