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Administração Pública

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Governo do Estado mantém abono, mas prioriza folha e compromissos em dia

Se o Estado conseguiu continuar pagando o abano salarial já concedido aos servidores, manteve, por outro lado, um rígido controle sobre o custeio da máquina pública.

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18 de maio de 2020

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MS.Gov

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O cenário de pandemia, com forte redução da atividade produtiva; queda da arrecadação e incertezas quanto ao impacto real e o tempo necessário para a retomada da economia brasileira levaram o governo do Mato Grosso do Sul a uma posição cautelosa quanto aos gastos com pessoal. Se o Estado conseguiu continuar pagando o abano salarial já concedido aos servidores, manteve, por outro lado, um rígido controle sobre o custeio da máquina pública.

“Nossa opção continua sendo pela máxima responsabilidade”, explicou o governador Reinaldo Azambuja.  Foi assim – segundo ele – que o estado passou e superou diferentes crises nacionais e momentos de grande dificuldade, sem atrasos ou parcelamento de folha e a manutenção dos serviços públicos essenciais à população.

Azambuja lembrou que, até muito pouco tempo, o risco iminente era o Estado não ter condições para cumprir os seus compromissos. Neste sentido, nos bastidores chegou-se a discutir o parcelamento e até mesmo a redução salarial para categorias específicas, que ganham mais.

Da mesma forma, as dificuldades financeiras levaram o estado a abrir discussão com os demais Poderes, sobre a possibilidade de redução dos repasses de duodécimos, de forma a compartilhar os sacrifícios e as saídas para o problema.

Este quadro não mudou, segundo Azambuja, e ainda depende das medidas compensatórias do governo federal: elas precisam tornar-se realidade, vencendo a tradicional demora da implementação do socorro a estados e municípios.

Na prática, o Mato Grosso do Sul está alinhado aos dos demais estados brasileiros, que este ano praticamente não concederam nenhum tipo de reajuste ao funcionalismo, com raras exceções pontuais, por categorias. Alguns deles, como Minas e Rio Grande do Sul, voltaram ao patamar de não conseguir pagar a folha em dia.

Para Reinaldo Azambuja, agora é preciso concentrar todos os esforços e recursos do poder público no combate à pandemia – em salvar vidas! E neste sentido, apesar dos bons resultados alcançados pelo Mato Grosso do Sul no trabalho de combate a pandemia e na assistência à população, a doença não foi vencida e há riscos reais de um quadro mais grave, tanto no estado quanto no País.

Para o governador Azambuja, o “novo normal “ só será alcançado mais adiante. Até lá, o governo já planeja um processo responsável de recuperação da atividade econômica regional, planejando o retorno com novos protocolos e um eficiente sistema de prevenção, já que a solução sanitária para o problema – a vacina – ainda demora para se transformar em realidade.

Geral

Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

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4 de junho de 2026

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

Geral

Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal