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Governo de MS discute soluções para demandas da saúde apresentadas por prefeitos do interior

Prefeitos de municípios da região conhecida como Vale do Ivinhema, entre a região sul e leste de Mato Grosso do Sul, estiveram nesta sexta-feira (4) junto a seus secretários municipais de Saúde e técnicos da área para apresentar as demandas de saúde pública da região para o Governo do Estado

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4 de agosto de 2023

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Nyelder Rodrigues e Leonardo Rocha, Comunicação Governo de MS

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Prefeitos de municípios da região conhecida como Vale do Ivinhema, entre a região sul e leste de Mato Grosso do Sul, estiveram nesta sexta-feira (4) junto a seus secretários municipais de Saúde e técnicos da área para apresentar as demandas de saúde pública da região para o Governo do Estado - que se prontificou a buscar soluções em conjunto para tais questões, inclusive com o envio de equipes técnicas para discutir in loco toda a situação.

"O Governo de Mato Grosso do Sul está sempre disposto a ajudar os municípios, principalmente na área da saúde, que é prioridade. Sempre é feito o possível para ajudar as 79 cidades, e o Governo está atento e aberto ao diálogo para conversar sobre o assunto", frisa o governador Eduardo Riedel, que recebeu a todos em seu gabinete no Parque dos Poderes.

Ao lado dos secretários estaduais Maurício Simões (Saúde), Pedro Caravina (Governo e Gestão Estratégica) e Eduardo Rocha (Casa Civil), além de Crhistinne Maymone (adjunta de Saúde), o governador destacou que a regionalização da saúde é tema primário na gestão da saúde sul-mato-grossense, assim como aperfeiçoamento constante da aplicação dos recursos aplicados no setor, seja pelo Estado quanto pelos municípios, parceiros nesse processo.

"É importante ouvir todas da região, prefeitos e secretários municipais. A Secretaria de Saúde vai marcar visitas com técnicos na região para que possamos encontrar soluções em conjunto. Saúde é uma área extremamente complexa e não existe solução simples para problema complexo. Juntos teremos mais condições de encontrar soluções mais adequadas", comenta o secretário Maurício Simões, completando ainda o foco em uso racional dos recursos.

Avaliação positiva

Entre os prefeitos participantes do evento, a avaliação do encontro foi positiva. Um desses é o chefe do Executivo municipal de Batayporã, Germino da Roz Silva. "A gestão do Eduardo Riedel é muito aberta e ficamos felizes em sermos recebidos aqui para falar de demandas", diz.

"É muito gratificante para nós, como prefeitos, encontrarmos em uma agenda política riqueza da parte técnica para soluções dos problemas. Não fica aquela reunião empurrando com a barriga, é uma reunião com dados, objetivos e precisão. Fica claro que o Governo se emaranha junto aos prefeitos para buscar soluções. Saúde não é coisa fácil de resolver", complementa Germino.

Entre as demandas apresentadas, está a do hospital de Nova Andradina, que demandou aporte municipal de R$ 1,5 milhão no primeiro semestre para que as contas não fechassem no vermelho. O prefeito de Nova Andradina, Gilberto Garcia, explica que busca para o segundo semestre uma solução conjunta ao Estado para evitar que a situação se repita no fim do ano.

"A preocupação é com a saúde de Nova Andradina [cidade mais habitada da região] e de toda o Vale do Ivinhema. Nosso hospital tem um déficit importante, como outros tem, mas a gente não quer ficar igual a outros, inadimplente definitivamente. Temos déficit e pedimos ao Governo apoio para se encontrar uma solução, pois as contas em dia no Vale do Ivinhema é bom para o Governo do Estado também, que já tem outras demandas regionalizadas", conclui Garcia.

Secretário de Saúse, Maurício Simões

Prefeito de Nova Andradina, Gilberto Garcia

Prefeito de Batayporã, Germino Roz

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS