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Governo cria programa para incentivar o exercício da cidadania em MS

Para incentivar o exercício da cidadania nos sul-mato-grossenses, o governo do Estado criou o programa “Cidadania Viva”, que será coordenado pela Secic (Secretaria de Estado de Cidadania e Cultura).

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13 de outubro de 2021

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Leonardo Rocha, Subcom

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Para incentivar o exercício da cidadania nos sul-mato-grossenses, o governo do Estado criou o programa “Cidadania Viva”, que será coordenado pela Secic (Secretaria de Estado de Cidadania e Cultura). Para isto serão concedidas bolsas aos monitores, supervisores e coordenadores do programa.

A lei estadual que institui o programa foi publicada nesta quarta-feira (13), no Diário Oficial do Estado. Entre as práticas previstas está a “Vozes Cidadãs”, em que se pretende levar conhecimento para população, para formação de monitores sociais, que vão ajudar a dar visibilidade ao programa, por meio de informativos e realização de eventos.

Também está previsto a “Prosa Cidadã” onde vai se promover rodas de conversa em comunidades, universidades e segmentos sociais. Outra prática dentro do programa é a “Pontes de Cidadania”, que permitirá o uso de espaço públicos para disseminação da arte, cultura e cidadania.

Já a “Rota Cidadã” vai levar conhecimento sobre a história de Mato Grosso do Sul, assim como informações sobre as comunidades indígenas, quilombolas, sítios arqueológicos, movimentos comunitários e pontos da formação da cidadania.

A gestão do programa será de competência da Secic, que poderá contar com o apoio das demais secretarias, assim como parcerias com municípios e entidades. Ele será implementado de forma gradativa nas cidades. A lei será regulamentada pelo poder executivo e secretário estadual de Cultura e Cidadania para expedir normas complementares. (Confira a publicação)

Concessão de bolsas

O governo do Estado vai conceder bolsas a monitores sociais, supervisores e coordenadores que fizerem parte do programa. Para serem bolsistas devem estar matriculados na rede pública ou particular de ensino, tendo 75% de frequência nas aulas.

Precisa ser residente em Mato Grosso do Sul e não ser beneficiário de qualquer outro tipo de bolsa ou auxílio financeiro do Estado. A concessão de bolsa deve ser pelo prazo de um ano, podendo ser prorrogado pelo mesmo período. Para preenchimento das vagas será realizado um processo seletivo.

Os valores das bolsas serão fixados posteriormente em ato do secretário estadual de Cultura e Cidadania. Para as vagas de monitor social deve ter de 16 anos a 29 anos. Para supervisor (18 a 21 anos), coordenador-regional (22 a 24 anos) e coordenador-geral (25 a 29 anos).

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS