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Governadores de MS e PR assinam convênio para estudo sobre nova ponte na região sudeste do Estado

O governador Reinaldo Azambuja participa, nesta segunda-feira (30), da assinatura do convênio para o início dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) sobre a construção de uma nova ponte entre o Paraná e Mato Grosso do Sul, ligando os municípios de São Pedro do Paraná (PR) e Porto São João (MS). Ele estará acompanhado do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Jr. A nova estrutura vai contribuir com o escoamento da produção agrícola.

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30 de maio de 2022

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Rosana Siqueira, Semagro

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O governador Reinaldo Azambuja participa, nesta segunda-feira (30), da assinatura do convênio para o início dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) sobre a construção de uma nova ponte entre o Paraná e Mato Grosso do Sul, ligando os municípios de São Pedro do Paraná (PR) e Porto São João (MS). Ele estará acompanhado do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Jr. A nova estrutura vai contribuir com  o escoamento da produção agrícola.

O estudo, avaliado em R$ 3 milhões, visa identificar os impactos sobre o Rio Paraná e o desenvolvimento regional. Para dar seguimento ao projeto de construção da ponte, a Itaipu vai financiar o EVTEA.

As tratativas sobre a nova ponte tiveram inicio no ano passado.  O Governo do Estado, por meio da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) discutiu com a diretoria de Itaipu projetos relacionados à logística e à conservação do solo e da água em Mato Grosso do Sul. Eles devem ampliar a atuação da instituição no território sul-mato-grossense.

Agronegócio Brasileiro, pela grande quantidade de caminhões que transportam a safra sul-mato-grossense, passando pelo Paraná a caminho do Porto do Paranaguá. A estimativa de custo da obra é de R$ 350 milhões.

Atualmente cerca de 1.500 caminhões trafegam na região. "Hoje, caminhões do Mato Grosso do Sul em direção ao Paraná precisam passar pela barragem Primavera, entrar no estado de São Paulo, atravessar a barragem de Rosana para, aí sim, entrar no Paraná via Nova Londrina e acessar a BR-376. Esse caminho, com duas barragens, tem trânsito lento e restrição de peso de caminhões", explicou Verruck.

Diante disso a obra da ponte poderia encurtar as viagens em mais de 100 km. O secretário destacou que a ligação é de vital importância para Mato Grosso do Sul, pois criará um novo corredor de transporte para o escoamento da produção agrícola entre os dois estados, encurtando o caminho até o Porto de Paranaguá, que é feito atualmente via Maringá. “A obra é uma reivindicação antiga dos empresários e produtores da região sudeste de Mato Grosso do Sul. Ela criará um eixo de desenvolvimento regional e local”, acrescentou.

Reivindicação antiga

O projeto está sendo discutido há mais de 4 anos. Quem protagoniza as negociações para viabilização da ponte é a Socipar (Sociedade Civil Organizada do Paraná), que envolve cerca de 200 lideranças, entre a classe política, a sociedade civil, grandes empresários e ministros. Os empresários alegam que a ponte será fundamental para a economia do Estado, principalmente por conta dos avanços no setor logístico e em outras áreas.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

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4 de junho de 2026

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal