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Para ampliar e qualificar as políticas públicas às pessoas com deficiência em diferentes regiões do Estado, o governador Reinaldo Azambuja lançou nesta quinta-feira (28), no auditório do Bioparque Pantanal, o programa “MS Acessível”, que vai realizar diversos encontros regionais para conscientizar a população sobre o respeito e direitos deste público.
29 de abril de 2022
Leonardo Rocha, Jacqueline Hahn Tente e Rosana Lemes
Para ampliar e qualificar as políticas públicas às pessoas com deficiência em diferentes regiões do Estado, o governador Reinaldo Azambuja lançou nesta quinta-feira (28), no auditório do Bioparque Pantanal, o programa “MS Acessível”, que vai realizar diversos encontros regionais para conscientizar a população sobre o respeito e direitos deste público.
“Desde 2014 começamos a construir as políticas públicas para este setor, tanto que criamos uma subsecretaria para cuidar deste público. Importante levar esta conscientização sobre os direitos e políticas públicas em diferentes cidades. Em Mato Grosso do Sul 21% da população tem alguma deficiência”, destacou o governador Reinaldo Azambuja.
A subsecretária de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência, Telma Nantes de Matos, explicou que o programa tem a intenção de promover encontros e discussões nos municípios, para que gestores, prefeitos e lideranças possam desenvolver ações e políticas públicas para este setor.
“Vamos dialogar com os prefeitos e lideranças para promoção de eventos, serviços e atividades em diferentes setores às pessoas com deficiência, como educação, trabalho, acessibilidade e direitos. Será um trabalho em conjunto”. Os primeiros encontros estão marcados para as cidades de Nova Andradina, Coxim, Três Lagoas e Dourados.
O secretário nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Cláudio Panoeiro, participou do evento e elogiou a ação do Governo do Estado. “Uma boa gestão se faz com gestos e ações. O Estado está de parabéns por lançar este programa relevante que vai contribuir com políticas públicas às pessoas com deficiência”.
Para o secretário-adjunto de Cidadania e Cultura, Eduardo Romero, o programa se mostra que a gestão estadual tem compromisso e entregas para este setor. “Política se faz com ações concretas e não faz de contas. Estas atividades mostram que é possível e viável promover políticas públicas efetivas”.
Programa Fundamental
Para representante de diferentes entidades que tratam de pessoas com deficiência, o programa MS Acessível será fundamental para avançar nas políticas públicas. “Muito importante o nosso governador (Reinaldo Azambuja) implantar este projeto tão lindo. Estou muito feliz porque estamos avançando nestas pautas”, destacou João Faria Alves, da entidade Núcleo Inclusão.
Mesma avaliação de Rita de Cássia Fuentes, do grupo “Olhar de Baixa Visão”, que destacou as ações que podem melhorar as condições das pessoas com deficiência. “São ações para atender o público, como ruas aprimoradas, acessos e rampas com acessibilidade, além de outras melhorias”.
Flávia Caloni Gomes, diretora de patrimônio da AMA (Associação de Pais e Amigos do Autista), também elogiou o programa. “Todo o tipo de evento que se fala da pessoa com deficiência para nós é super relevante, porque a gente trás em evidência que outra parte da população que não é conhecida se faz presente”.
Para Elciane Franco, diretora pedagógica da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), quanto mais divulgar a importância da acessibilidade, quanto mais projetos existirem, mais a sociedade aderir, seja visual ou a parte física favorece ainda mais o bem-estar da pessoa com deficiência.
Além do governador, participaram do evento o secretário nacional de dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Cláudio Panoeiro, a subsecretária de Pessoas com Deficiência, Telma Nantes, o secretário-adjunto de Cultura e Cidadania, Eduardo Romero, o secretário Jaime Verruck (Semagro) e o deputado estadual Barbosinha.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS