quinta, 04 de junho, 2026
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Criminosos estão se passando pelo Governo Federal em mensagens fraudulentas sobre a restituição do Imposto de Renda. O golpe da vez tenta induzir as vítimas a enviarem um PIX para agilizar o suposto pagamento.
Tudo começa em um SMS com um alerta falso de que o valor a ser restituído no Imposto de Renda está prestes a vencer e que, para o contribuinte receber o pagamento imediatamente, é preciso clicar em um link.
Mas lembre-se: se você tiver valores a receber, ele será depositado automaticamente na conta que você informou na declaração, seguindo o cronograma da Receita Federal. Você não precisa solicitar a transferência em nenhum lugar.
A Receita Federal, responsável pelo Imposto de Renda, não envia links nem solicita dados em mensagens pela internet. Por isso, se você receber esta mensagem, não clique no link (veja ao final como identificar mensagens falsas).
Como funciona o golpe?
A mensagem está circulando há algumas semanas e indica que é enviada por GOVBR, uma tentativa dos golpistas de se passarem pela plataforma gov.br, criada para permitir o acesso a vários serviços públicos na internet.
O link falso leva para um site que imita o do Governo Federal e leva a vítima a inserir CPF e senha do gov.br. Depois, a página pede para confirmar dados como nome da mãe e data de nascimento.
Os golpistas ainda orientam a informar uma chave PIX para onde seria destinado o valor da restituição. E informam que, para confirmar o processo, o contribuinte deve pagar uma suposta taxa do Banco Central via PIX.
Mas a chave informada no site é um CNPJ que não tem relação com o Banco Central. A reportagem identificou que o titular é, na verdade, uma microempresa registrada na última sexta-feira (12), na cidade de São Paulo.
Como se proteger?
Neste caso, somente clicar no link não oferece riscos como vírus para o dispositivo, já que o objetivo é levar a pessoa a fazer uma transferência por PIX. Também há a possibilidade de golpistas coletarem dados do gov.br, ainda que nos testes do g1, foi possível acessar o sistema com senhas fictícias.
Há alguns indícios que apontam que uma mensagem é falsa e podem te ajudar a não cair em um golpe. Veja abaixo alguns elementos presentes neste tipo de fraude.
- E-mails ou mensagens de texto com links ou solicitações de dados ou de correções nas declarações – a Receita Federal não inclui esses itens em suas comunicações pela internet;
- O link não tem o final ".gov.br", usado por sites de órgãos públicos – neste caso, ele termina com ".com" e ainda direciona o usuário para outro endereço;
- O autor da mensagem, GOVBR, tenta se passar pelo gov.br, mas ao clicar no contato, não há mais informações sobre o número que enviou o SMS;
- Os golpistas tentam trazer um senso de urgência ao dizer que o prazo está prestes a vencer, induzindo a vítima a clicar no link e seguir as instruções;
- O texto não segue o padrão de mensagens oficiais, ficando sem acentuação e pontuação corretas, além de letras maiúsculas no início das palavras "Imposto de Renda".
A Receita Federal também orienta a não abrir anexos, que podem ser programas criados para causar danos ao computador ou coletar suas informações, e orienta: em caso de dúvida, use o site do órgão ou o e-CAC, dois canais oficiais para verificar a autenticidade das comunicações.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS