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Geral
A 12ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) iniciou os trabalhos nesta quarta-feira (1) sob o comando de uma nova Mesa Diretora, eleita em sessão extraordinária. O progressista Gerson Claro assumiu a presidência discursando sobre moderação e o combate a extremismos.
2 de fevereiro de 2023
Fernanda Kintschner
A 12ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) iniciou os trabalhos nesta quarta-feira (1) sob o comando de uma nova Mesa Diretora, eleita em sessão extraordinária. O progressista Gerson Claro assumiu a presidência discursando sobre moderação e o combate a extremismos.
“Convocaremos, sempre, as virtudes da moderação e o espírito da conciliação, para garantir a primeira prerrogativa desta Casa – a sua vocação insubstituível, como amplo espaço forjado pelo debate das ideias, o respeito às diferenças, à legitimidade das críticas construtivas e à formação de um painel vivo e representativo da nossa sociedade, em toda a sua complexa pluralidade. Os deputados são os guardiões e guardiãs dos sonhos dos sul-mato-grossenses”, ressaltou.
Gerson Claro destacou o trabalho conjunto com o Poder Executivo para melhoria à população em todas as áreas. “Peço licença para cometer a ousadia de falar em nome deste Plenário e garantir, sem medo de errar, que temos consciência de que tudo o que foi feito até aqui - e muito foi feito, com a nossa efetiva participação -, não basta para que o estado avance ainda mais e alcance a posição que todos queremos e buscamos – um estado próspero, gerador de mais oportunidades para todos, guardião de políticas públicas eficientes, e capaz de distribuir com mais justiça e equidade as riquezas que geradas pelo alto crescimento”.
No plano político, o presidente disse que ouviu atentamente as palavras do governador Eduardo Riedel (PSDB), com a convocação para ajudar a distensionar o ambiente de polarização e extremismo, “que não ajudam o Brasil e o Mato Grosso do Sul”. E disse que entende que esta é tarefa também dos parlamentares, que representam todos os segmentos da sociedade.
Demais membros
A nova Mesa Diretora eleita é composta ainda pelos deputados Renato Câmara (MDB) como 1º vice-presidente, Zé Teixeira (PSDB) como 2º vice-presidente e Mara Caseiro (PSDB) na 3ª vice-presidência. Paulo Corrêa é o 1º secretário, Pedro Kemp (PT) o 2ª secretário e Lucas de Lima (PDT) o 3ª secretário.
Renato Câmara usou a palavra durante a sessão extraordinária para a eleição, para agradecer o apoio dos parlamentares pela votação expressiva à chapa e disse que a nova Mesa Diretora está à disposição para auxiliar o trabalho e desenvolvimento do Parlamento. Para o 1º secretário, deputado Paulo Corrêa, o momento é continuar a trabalhar em prol do Estado, com respeito às leis e harmonia entre os Poderes. Já o 2º secretário, deputado Pedro Kemp destacou que a intenção da nova Mesa Diretora é fazer um trabalho democrático e transparente, para que a população acompanhe o que acontece no Legislativo.
Confira as competências de cada cargo acessando a matéria de votação clicando aqui. Reveja a cobertura oficial acessando as mídias sociais da Casa de Leis, no Youtube e Facebook ou pelo Portal da ALEMS, onde você também encontra as fotos no Banco de Imagens.
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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS