quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Geral

A+ A-

Gêmeas siamesas viveram por 2 horas e partiram unidas pelo coração

Prematuras, com 2,7 kg, bebês ganharam nome, Ariely e Alany, e deixaram saudades para a vida toda

Icone Calendário

27 de fevereiro de 2024

Icone Autor

CGNews

Continue Lendo...

Gêmeas siamesas, Ariely e Alany nasceram prematuras, com 2,7 kg, após 7 meses na barriga da mamãe, a balconista Luciana Sentene. Apesar de parecerem bastante fortes para a condição em que se encontravam, as meninas não resistiram por muito tempo fora do útero. Cerca de duas após o nascimento, elas partiram, assim como chegaram, unidas pelo mesmo coração. 

Luciana descobriu a gravidez ao fazer exames de rotina por estar tratando um cisto no ovário. A maior surpresa veio ao começar o pré-natal e ver que a gestação era de gêmeas siamesas ligadas pelo tronco.

Moradora de Rio Verde, a 203 quilômetros de Campo Grande (MS), a balconista não economizou esforços para levar a gravidez até o fim. Estava no Hospital das Clínicas, em São Paulo (SP), e foi encaminhada para equipe médica do HU (Hospital Universitário) Maria Aparecida Pedrossian, na Capital.

Apesar de já estar preparada para o pior, tinha a esperança que as meninas sobrevivessem mais tempo e até que pudessem ser submetidas a uma cirurgia para a separação. “Os médicos tinham me alertado. Então, a gente já tinha se preparado. Mas, não era o que a gente queria. Infelizmente, não teve muito o que fazer e seria impossível fazer a separação delas”, explica a mãe.

Acreditei muito que Deus faz milagres, mas que tudo é feito pela vontade dele. Deus determinou o tempo delas, Ariely e Alany", completou Luciana Sentene.

A balconista narra ainda que foi submetida a uma cirurgia complicada, no dia 15 de fevereiro. Por causa do tamanho das meninas, não era mais possível levar a gravidez adiante. “Fizeram um corte vertical no útero. A minha recuperação é bem lenta, porque ainda posso sofrer hemorragia”, conta Luciana, 10 dias após o parto. Ela tem mais 110 dias de repouso pela frente.

O pós-cirúrgico levou 3 dias e só depois, ela voltou a Rio Verde para sepultar as filhas. Para a mãe, o resguardo é o de menos. Os dias ainda andam confusos. “Tem hora que a gente acorda, pensa que não aconteceu”.

Difícil também foi fazer a irmãzinha, de 6 anos, entender que não terá as duas pequeninhas em casa para cuidar e brincar. “A gente vai trabalhando o psicológico com Deus. O meu outro rapaz, de 14 anos, até que entendeu melhor a situação”.

Luciana pede para encerrar a entrevista agradecendo à assistência que recebeu no HU, que a manteve viva, durante a cirurgia complicada, e está cuidando de sua recuperação. Ela também é grata aos moradores de Rio Verde que se comoveram com a história e a ajudaram financeiramente. “Fizeram um almoço beneficente para me ajudar, porque a nossa condição financeira não é das melhores e fizeram viagem para São Paulo, tudo o que tinha de fazer, a gente fez. Sou muito grata à Comunidade Católica São João Batista que fez a galinhada para me ajudar”. 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

Continue Lendo...

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

Continue Lendo...

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS