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Funcionários implantam horta para abastecer refeitório do HR de Coxim

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11 de julho de 2018

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Sheila Forato

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Adriano Piovesan, Dalmar Francisquetti e Davi Soares dos Santos são três funcionários do Hospital Regional Álvaro Fontoura, em Coxim, que tem feito a diferença na vida das pessoas. Ao contrário da maioria, que deve se espelhar nesse trio, eles deixam suas casas, todos os dias, procurando fazer a diferença, independente das dificuldades que encontram pelo caminho.
Por pensar assim, eles deram início a horta do HR de Coxim, que já produz 11 tipos de verduras e atende o refeitório local. Mas, a ideia é expandir o projeto, fornecer verduras para os 52 pacientes da hemodiálise uma vez por semana e promover uma feirinha entre os funcionários do hospital para aquisição de sementes. 
Segundo Piovesan, que é gerente de Manutenção Hospitalar, a ideia nasceu quando a hemodiálise foi implantada e ele recebeu a informação que 10 mil litros de água, rica em minerais, seriam jogados fora. “Na hora eu pensei, vamos fazer uma horta e usar essa água na irrigação. Porém, sabia que o hospital trabalha com orçamento apertado e não teria condições de fazer esse investimento”, comentou. Entretanto, ele não desistiu. Amadureceu a ideia, conversou com colegas e tirou dinheiro do próprio bolso, assim como muitos funcionários do HR, para comprar as primeiras sementes. Com o apoio de Francisquetti e Santos eles começaram a preparar a terra. O único adubo é esterco, que eles recolhem no curral de produtores que se dispõem a ajudar. “Ganhamos o esterco e em contrapartida fazemos a limpeza do curral desses colaboradores”, brincou o gerente.
Em pouco tempo o trio viu as verduras apontarem na terra e começou a abastecer a cozinha do hospital. De acordo com Piovesan, eles ainda não conseguiram aproveitar a água que a hemodiálise joga fora. Para tanto, eles precisam investir em duas caixas de água de cinco mil litros, mas não tem recursos. Outra preocupação do trio é com o sol, pois a horta ainda não tem sombrite. 
“Eu sei que algumas pessoas vão ler e questionar com aquelas frases prontas, tipo: porque o hospital não investe, onde está fulano que não enxerga a necessidade, mas, os cidadãos precisam entender que não podemos e muito menos devemos esperar tudo do poder público. A verdade é que Coxim é um município de médio porte, com muitos problemas que se arrastam há décadas e com uma arrecadação abaixo de suas necessidades. É por isso que cada um de nós tem que procurar fazer a diferença e ajudar a cidade que amamos. Sou paranaense, mas minha família escolheu Coxim para viver, foi aqui que constituí minha família e é aqui que pretendo viver por toda a minha vida”, finalizou Piovesan.
Se você tiver condições de ajudar na aquisição das caixas de água e do sombrite (aproximadamente 200 metros) entre em contato com Adriano Piovesan, através do 67 9.9652-0091.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS